Os pesquisadores sucedem na humanização dos anticorpos do rato que visam o herpesvirus humano 6B

Um grupo de investigação conduzido pelo professor Yasuko Mori (divisão da virologia clínica, do centro para doenças infecciosas, da universidade de Kobe) sucedeu na humanização dos anticorpos do rato que podem neutralizar a infecção causada pelo herpesvirus humano 6B (HHV-6B). A infecção por HHV-6B nos infantes pode conduzir às complicações tais como a encefalite (inflamação do cérebro) mas um modo eficaz controlar a infecção não foi encontrado ainda.

A equipa de investigação do professor Mori criada “humanizou” os anticorpos baseados nos anticorpos (murine) do rato para HHV-6B. Os resultados foram publicados o 6 de março na edição em linha do theJournal da virologia, e foram introduzidos igualmente no boletim de notícias da fundação HHV-6.

Quase cada criança entre as idades de seis e dezoito meses tornar-se-á contaminada com HHV-6B. A infecção inicial causa a febre e o prurido do repentino-início. A circunstância tem um prognóstico favorável, mas aproximadamente 150 casos um resultado do ano na encefalite e em torno da metade destes pacientes são deixados com as complicações neurológicas. HHV-6B permanece lactente em nossos corpos após a infecção inicial, e pode reactivate quando nossas defesas do sistema imunitário são baixas. Isto pode ser particularmente ruim para os pacientes que receberam as transplantações da célula estaminal, que podem experimentar a encefalite freqüente e risco de vida após a transplantação.

A equipe do professor Mori tinha identificado já a proteína gH/gL/gQ1/gQ2 complexo como um factor essencial para a infecção de HHV-6B, e o receptor celular humano CD134 (OX40) que expressa em T-pilhas estimuladas, os alvos da infecção. Mostraram em estudos precedentes que a interacção entre estes complexo da proteína e receptor é a chave à infecção (figura 1). Criando anticorpos monoclonais dos ratos, mostraram que anticorpos que bloco a actividade do complexo gH/gL/gQ1/gQ2 pode ser usada para regular a infecção de HHV-6B (figura 1). O objetivo seguinte da equipe é desenvolver clìnica o tratamento aplicável que pode abordar o complexo de HHV-6B gH/gL/gQ1/gQ2.

Contudo, os anticorpos dos ratos são visados pelo sistema imunitário humano e destruído quando incorporam nossos corpos, tão mais as alterações são necessárias para suprimir a reacção imune em nossos corpos antes desta podem ser usadas em ajustes clínicos. Usando-se gene-alterando a tecnologia, a equipe testou a humanização de anticorpos do rato: criaram um anticorpo quiméricoe substituindo os anticorpos do rato com os anticorpos humanos no domínio constante, simplesmente deixando as peças no domínio variável que actuam directamente contra HHV-6B.

Neste estudo a equipe alterou dois tipos de anticorpos de IgG do rato para visar o gH e o gQ1 no complexo de HHV-6B gH/gL/gQ1/gQ2. Primeiramente analisaram a seqüência do ADN dos anticorpos do rato, e fizeram um gene quiméricoe do humano-rato (figura 2). Refinaram os anticorpos quiméricoes produzidos introduzindo este gene às culturas celulares, e confirmaram que os anticorpos tinham mantido sua eficácia contra o complexo de HHV-6B gH/gL/gQ1/gQ2. Pela análise quantitativa mais adicional de execução verificaram que os anticorpos da quimera podiam obstruir a infecção de HHV-6B com a mesma eficácia que anticorpos do rato.

Esta pesquisa criou com sucesso os anticorpos artificiais que são eficazes contra HHV-6B e provoca uma resposta mais baixa do sistema imunitário humano. Estes anticorpos ainda contêm as peças que originam dos ratos, assim que o passo seguinte é substituir estas peças com os anticorpos humanos para criar os anticorpos que são apropriados para o uso clínico. HHV-6B contamina somente seres humanos, significar lá não é nenhum modelo animal para a infecção, e é duro avaliar a eficácia destes anticorpos dentro de um organismo vivo. No futuro se os modelos animais podem estar disponíveis para testar isto, nós esperamos que os resultados podem ajudar a criar tratamentos anticorpo-baseados para a infecção de HHV-6B.