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Os pesquisadores desenvolvem as moléculas sintéticas que entregam drogas ao neuroblastoma

Os pesquisadores de Universidad Politécnica de Madri são envolvidos na revelação dos andaimes moleculars específicos que podem entregar drogas e agentes diagnósticos ao neuroblastoma, um tumor agressivo nas crianças.

Uma equipe multidisciplinar dos centros de pesquisa diversos no Madri, incluindo vários hospitais, Universidad Politécnica de Madri (UPM) e Complutense (UCM), desenvolveu as moléculas sintéticas que podem anexar especificamente às pilhas do neuroblastoma.

A revelação de um sistema que possa reconhecer células cancerosas e entregar especificamente drogas a tais pilhas aumentará a eficiência da terapia e reduzirá os efeitos indesejáveis. Até agora, os ratos foram usados para as experimentações, mas espera-se sua aplicação nos seres humanos dentro dos próximos cinco anos.

O neuroblastoma é um tumor pediatra muito agressivo com um diagnóstico complexo quando detectado no estado metastático. Os tratamentos actuais consistem na administração de agentes quimioterapêuticos a fim matar células cancerosas e retardar a progressão da doença.

Infelizmente, estas drogas faltam a especificidade contra células cancerosas e causam efeitos secundários numerosos e a toxicidade sistemática alta, comprometendo as possibilidades da recuperação e da qualidade de vida dos pacientes. A fim encontrar soluções novas para melhorar o tratamento, os vários centros de pesquisa do Madri em colaboração com hospitais diversos começaram um estudo que já mostrasse bons resultados.

Com tal fim, os pesquisadores sintetizaram uma família das moléculas de que podem ligar especificamente uma proteína encontrada na membrana de pilha mais de 90% de pilhas do neuroblastoma, o transportador do norepinephrine (NET).

Estas moléculas têm uma estrutura central pequena compor pelos ácidos aminados naturais que trabalham como os andaimes projetados especificamente caber nos centros do reconhecimento da proteína LÍQUIDA em uma maneira similar que uma chave cabe o fechamento. Esta maneira, o processo de reconhecimento é altamente selectiva desde que o emperramento ocorre somente com o “cadeado apropriado” que é ficado situado somente na superfície das pilhas do neuroblastoma que evitam assim as pilhas saudáveis.”

Alejandro Baez, um pesquisador de UPM envolvido no projecto

A eficácia destes andaimes moleculars foi testada nos ratos do laboratório que sofrem desta doença e a capacidade de transportar drogas e agentes diagnósticos foi mostrada. Os pesquisadores estão trabalhando actualmente na aplicação desta tecnologia ao transporte específico de drogas antitumorosas nos modelos do neuroblastoma similares àqueles que aparecem nos seres humanos.

Igualmente estão estudando o uso destes sistemas para a melhoria de técnicas clínicas adiantadas do diagnóstico desta doença. “Espera-se que os resultados futuros permitirão que nós estudem suas aplicações no ser humano dentro de dois a cinco anos”, os pesquisadores dizem.