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Qualidade e fadiga do sono entre mulheres com insuficiência ovariana prematura

Houve uns estudos e uns relatórios anedóticos sobre o agravamento da qualidade do sono e da fadiga crescente entre as mulheres que são menopausa próxima ou alcançou a menopausa. De acordo com o sono novo do estudo uma qualidade tende a ser mais ruim nas mulheres que têm a insuficiência ovariana prematura (POI) e estão na terapia hormonal para o mesmos comparados às mulheres com a função ovariana normal.

O estudo intitulado, do “qualidade sono e fadiga nas mulheres com a insuficiência ovariana prematura que recebe a terapia da hormona: um estudo comparativo,” foi publicado na menopausa do jornal, o jornal da sociedade norte-americana da menopausa (NAMS).

Crédito de imagem: Chinnapong/Shutterstock
Crédito de imagem: Chinnapong/Shutterstock

Os pesquisadores explicam que quase a metade de todas as mulheres que conseguem a menopausa ou daquelas que aproximam a menopausa sofre dos problemas do sono. Estes podem incluir sintomas da insónia, dificuldade na queda adormecida ou em ficar adormecidos ou em acordar demasiado cedo.  Além há uns sintomas de desordens físicas da dor ou de humor junto com a fadiga e uma capacidade reduzida para o trabalho. Alguns destes sintomas poderiam ser associados com a menopausa e os seus sintomas mas não todos os problemas do sono poderiam assim ser explicados dizem os pesquisadores.

Os pesquisadores de Brasil olharam os testes padrões e a fadiga de sono entre mulheres com insuficiência ovariana preliminar. A menopausa prematura significa a parada da menstruação cedo e a insuficiência ovariana prematura refere períodos irregulares e ocasionais sobre poucos anos devido à função ovariana inadequada. Quando as mulheres com menopausa prematura não obtiverem grávidas, aquelas com insuficiência ovariana prematura têm uma possibilidade pequena da obtenção grávida.

Os autores escreveram, “as causas ovarianas [preliminares] da insuficiência físicas e os efeitos psicológicos resultando do hypoestrogenism, tal como a perda de fertilidade, desossam a perda, um risco cardiovascular aumentado, distúrbios psicológicos, a sexualidade alterada, e mesmo o risco de uma mortalidade mais adiantada. O tratamento deve minimizar tais repercussões. Um dos aspectos convenientemente negligenciados ou desconhecidos é a repercussão do hypoestrogenism adiantado na qualidade e na fadiga do sono, e igualmente a extensão a que o GH pode actuar nestes aspectos.”

Isto o estudo o mais atrasado mostra que as mulheres brasileiras com insuficiência ovariana prematura que igualmente estão recebendo a terapia hormonal para o tratamento são mais prováveis ter a qualidade do sono dos pobres e podem tomar mais por muito tempo para cair adormecido. Têm o alto nível da fadiga, encontraram o estudo usando ferramentas tais como o deslocamento predeterminado da fadiga. Estas mulheres eram mais prováveis usar medicamentações para o sono comparado às mulheres que eram mais idosas e tinham a função ovariana completa, pesquisadores do estudo notáveis.

O Dr. Stephanie Faubion, director médico de NAMS, em uma indicação disse, “este estudo mostra que as mulheres com probabilidade de intercepção têm a qualidade do sono dos pobres apesar do uso da terapia da hormona. Outro encontrar interessante do estudo é que a qualidade do sono do total nas mulheres com probabilidade de intercepção estêve relacionada directamente ao número de crianças que tiveram e foram em geral similares à qualidade do sono nas mulheres sem probabilidade de intercepção. Isto fala ao espaço do problema quando se trata dos distúrbios do sono e dos factores importantes e frequentemente sob-reconhecidos que contribuem às queixas do sono que são mais comuns nas mulheres do que nos homens.”

Os autores do Benetti-Pinto de Cristina do estudo, da Camila Menezes, da Daniela Yela e da Tania Cardoso escrevem que incluíram 61 mulheres em seu estudo com insuficiência ovariana prematura que estavam na terapia hormonal e igualmente nas 61 mulheres com função ovariana normal. O segundo grupo era o grupo de controle. Os participantes de ambos os grupos eram de idade comparável de modo que fossem menos de 2 anos separado na idade. A idade média das mulheres nos dois grupos era ao redor 35 anos.

Para avaliar a qualidade do sono a equipe usou o deslocamento predeterminado da qualidade do sono de Pittsburgh (PSQI) e avaliar a fadiga que usaram a escala da fadiga de Chalder. Os resultados mostraram que as contagens do sono eram em geral similares nos dois grupos mas havia uma contagem mais ruim para a latência do sono entre mulheres com insuficiência ovariana prematura. Isto significou que tomaram mais por muito tempo para cair adormecido do que mulheres com função ovariana normal. Além o uso da medicamentação do sono era mais provável nestas mulheres com insuficiência ovariana (as contagens eram 1,28 e 0,85 nos grupos da probabilidade de intercepção e de controle respectivamente). O deslocamento predeterminado da fadiga revelou uma contagem mais alta da fadiga nas mulheres com insuficiência ovariana (5,25 comparados a 3,49 entre controles).

Os autores escreveram, “nossa mostra dos resultados que as mulheres com a probabilidade de intercepção que recebe o GH têm a qualidade do sono dos pobres, mas é similar àquela das mulheres da mesma idade com função ovariana preservada; contudo, o anterior apresentado com uma taxa mais alta de fadiga. As variáveis relativas directamente à insuficiência ovariana, tal como o tempo do diagnóstico ou o tempo do tratamento, não foram relacionadas ao sono; não obstante, encontrou-se que maior o número de crianças, mais ruim a qualidade do sono.” Adicionam que todas as mulheres avaliadas para o tratamento da insuficiência ovariana prematura devem ser perguntadas sobre sua qualidade do sono e a fadiga e as medidas necessárias corrigir estes devem ser adotadas.

Journal reference:

Sleep quality and fatigue in women with premature ovarian insufficiency receiving hormone therapy: a comparative study, Cristina Benetti-Pinto, Camila Menezes, Daniela Yela, Tania Cardoso, DOI: 10.1097/GME.0000000000001379, https://insights.ovid.com/crossref?an=00042192-900000000-97350

Dr. Ananya Mandal

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Dr. Ananya Mandal

Dr. Ananya Mandal is a doctor by profession, lecturer by vocation and a medical writer by passion. She specialized in Clinical Pharmacology after her bachelor's (MBBS). For her, health communication is not just writing complicated reviews for professionals but making medical knowledge understandable and available to the general public as well.

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