Os pesquisadores identificam dois grupos de neurônios relativos à síndrome de Leigh

A síndrome de Leigh afecta um em cada 40.000 neonatos e é produzida por deficits nas mitocôndria, que são responsável de fornecer a energia necessário para que as pilhas funcionem correctamente. Assim, as pilhas com uma procura de alta energia tal como o cérebro e os músculos são os mais afectados. Recentemente, o laboratório mitocondrial da neuropatologia no instituto de UAB da neurociência, dirigido por Albert Quintana, publicou um artigo no eLife que descreve os neurônios responsáveis para os empregos diferentes produzidos por esta desordem. A geração de dois modelos novos do rato desta doença permitiu que os pesquisadores compreendam melhor as causas e abre a porta aos estudos novos que poderiam encontrar um tratamento.

A fim estabelecer que neurônios eram responsáveis para os sintomas diferentes da doença, os pesquisadores “desactivaram” Ndufs4 o gene, uma parte chave das mitocôndria em três tipos de neurônios: os neurônios glutamatergic, que activam outras pilhas; os neurônios de GABAergic, que inibem outras pilhas; e os neurônios cholinergic, que levam a informação do cérebro aos órgãos. Os ratos com os neurônios cholinergic alterados não apresentaram nenhuma manifestação da doença, visto que os outro fizeram: em ambos os casos, os ratos tiveram o peso corporal muito baixo e morreram prematuramente. Conseqüentemente, isto é a primeira vez que a evidência estêve encontrada que os neurônios que liberam o glutamat e o GABA estão relacionados à síndrome de Leigh, quando este não for o caso nos neurônios cholinergic.

As diferenças notáveis foram observadas igualmente nos dois tipos da pilha relativos à desordem. Os ratos com empregos nos neurônios do activador mostraram problemas severos com respiração e movimento, funções relativas ao brainstem onde este tipo de neurônio é encontrado. Aqueles com empregos nos neurônios do inibidor contudo apresentaram os casos severos da epilepsia, dados que a função destes é impedir as actividades de cérebro que podem conduzir a esta desordem, assim como a morte prematura.

Os pesquisadores testaram estas descobertas a níveis diferentes e com o uso de várias técnicas, e conseqüentemente representam uma etapa muito importante na direcção de encontrar e de desenvolver um tratamento.

Uma das grandes perguntas não respondidas sobre a doença mitocondrial está podendo identificar porque somente alguns neurônios são afectados por esta mutação e que papel jogam na revelação da doença. Neste estudo nós podíamos desenvolver modelos novos da síndrome de Leigh, que permitiu que nós nomeiem estes neurônios e esclareçam sua participação na doença.”

Albert Quintana, pesquisador, instituto de UAB da neurociência

Até agora, nenhuma cura foi encontrada para esta doença e na maioria dos casos, os pacientes morrem prematuramente. Com estudos goste disto, pesquisadores pode começar a procurarar por tratamentos específicos segundo o tipo de neurônio que cada paciente é afectado perto.

O estudo, dirigido por Albert Quintana, professor do departamento de UAB da bioquímica e da biologia molecular e pesquisador no instituto de UAB da neurociência (INc); e Irene Bolea, primeiro autor e pesquisador no INc, igualmente incluiu a colaboração dos pesquisadores do instituto de investigação das crianças de Seattle, do centro de rede para a pesquisa biomedicável nas doenças de Neurodegenerative (CIBERNED) e da universidade de Washington.

Source:
Journal reference:

Bolea, I. et al. (2019) Defined neuronal populations drive fatal phenotype in a mouse model of Leigh syndrome. eLife. doi.org/10.7554/eLife.47163.