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o uso do E-cigarro não parece ser associado com o tabagismo convencional

Um estudo novo na pesquisa da nicotina & do tabaco, publicada pela imprensa da universidade de Oxford, sugere que os usuários adolescentes do e-cigarro sejam mais similares aos fumadores de cigarro convencionais do que eles é aos usuários do não-tabaco em termos da demografia e das características comportáveis. Quando muitos advogados da saúde pública sugerirem que vaping possa conduzir ao tabagismo, esta pesquisa nova sugere que o tabagismo possa ser inteiramente atribuível à propensão pre-existente dos adolescentes fumar, um pouco do que seu uso de cigarros eletrônicos (e-cigarros).

O uso dos e-cigarros aumentou dràstica entre 2011 e 2018 entre adolescentes, com uma diminuição de correspondência no tabagismo convencional. De facto, o uso do e-cigarro é hoje mais predominante entre a juventude do que adultos. Nos Estados Unidos em 2018, 20,8% de estudantes da High School e 7,2% de estudantes da escola secundária eram usuários actuais, mostrando que vaping é agora fumo ainda mais comum e mais de crescimento rápido do que convencional.

O estudo examinou o relacionamento entre o tabagismo vaping e convencional usando a modelagem estatística a ajustar rigorosa para 14 factores a risco partilhado. Os factores de risco principais para o fumo convencional e o uso do e-cigarro incluem coisas como a educação e fumo parentais, par que fumam, impulsivity, comportamento de delinquente, interiorizando os sintomas (depressão, ansiedade, etc.), o álcool, marijuana, ou o outro uso ilícito da substância. Os dados foram extraídos das avaliações conduzidas em 2015 e de 2016 em 8os e 10ns graduadores nos Estados Unidos.

Entre os 12.421 respondentes da avaliação, antes do ajuste para factores a risco partilhado, aquelas que tinham usado nunca um e-cigarro eram aproximadamente 17 vezes mais provavelmente nunca para ter fumado um cigarro convencional e 36 vezes mais provavelmente fumar actualmente cigarros convencionais.

Similarmente, antes do ajuste para factores a risco partilhado, relativo àqueles que não usaram actualmente e-cigarros, os respondentes eram 22 vezes mais prováveis nunca ter o cigarro convencional fumado e as 16 vezes mais provavelmente fumar actualmente cigarros convencionais.

Após ter esclarecido a propensão para usar os e-cigarros baseados nos 14 factores de risco, contudo, a vida e o uso actual do e-cigarro não aumentaram significativamente o risco de tabagismo convencional actual. O estudo actual conclui que o uso do e-cigarro não parece ser associado com a corrente, fumo continuado. Em lugar de, o relacionamento aparente entre o uso do e-cigarro e o fumo convencional actual é explicado inteiramente pelos factores a risco partilhado.

É muito difícil estatìstica amolar distante os efeitos puros dos e-cigarros daquele de outros factores a risco partilhado, ao olhar os impactos no tabagismo convencional. Meu estudo esclarece esta propensão pre-existente usar o tabaco usando estatísticas avançadas, e mostra que o uso do e-cigarro tem pouco a nenhum efeito no fumo convencional. Uma pesquisa mais adicional deve ser conduzida para segurar muito com cuidado esta edição, e as recomendações e as políticas actuais sobre e-cigarros devem ser reavaliadas.”

Arielle Selya, o autor do papel