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A decisão para não oferecer ou não executar o CPR pode estar na discreção de médicos de tratamento

Em agosto, o Tribunal Superior de Ontário de justiça demitiu um processo legal da malversação arquivada contra dois médicos que recusaram fornecer a ressuscitação cardiopulmonar (CPR) a um homem dos anos de idade 88 os comorbidities múltiplos e a falha multiorgan. Este ruling pode ter implicações importantes para médicos em Ontário e em outra parte, de acordo com um comentário publicado no CMAJ desta semana (jornal médico canadense da associação).

Notàvel, a corte determinou que sob o acordo dos cuidados médicos de Ontário os médicos da legislação e dos direitos comuns não exigem o acordo para reter o CPR que acreditam ser medicamente impróprio, ou para escrever um pedido que o CPR deve ser retido.

Este ruling indica que a decisão para não oferecer ou não executar o CPR pode estar na discreção do médico de tratamento, com base em sua avaliação que o CPR não beneficiaria o paciente. “Mesmo se os pacientes ou os responsáveis pelas decisões do substituto tinham consentido previamente “em um completo-código” pedido, este não obrigaria médicos fornecer o CPR se determinaram, devido a uma mudança nas circunstâncias ou o contexto, ele já não seria benéfico,” escreve o Dr. James Downar, um cuidado crítico e especialista paliativo do cuidado no hospital de Ottawa e no cuidado de continuação de Bruyère, com co-autores.

Contudo, uma comunicação com os pacientes e as famílias é primordial. Os “médicos têm uma responsabilidade profissional comunicar (ou para fazer esforços razoáveis para se comunicar) seus interesses sobre a execução do CPR nos casos onde não sentem que é medicamente apropriado e para ser honesto quando sentem que o CPR seria fora do padrão de cuidado,” escreva os autores.

À luz do ruling, da faculdade dos médicos e dos cirurgiões de corte de Ontário actualizados sua política da fim--vida para exigir já não o acordo reter o CPR. Contudo, a política ainda exige médicos obter o acordo para escrever de “um pedido nenhum CPR” -- uma inconsistência aparente que possa ser endereçada quando a política for revisada em 2020.