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Os pacientes desabrigados do cardíaco de ataque recebem menos tratamento e são mais prováveis ser readmitidos

A pobreza transformou-se um problema de saúde social da crise e do público em todo o mundo, afetando povos de todas as idades. A maioria dos sem-abrigo é em disavantagem com poucos recursos, e pode ou não pode ter o seguro de saúde adequado. A doença mental e o abuso de substâncias são edições comuns na comunidade desabrigada. Os povos que vivem nas ruas têm uma probabilidade alta de desenvolver a doença cardíaca. Contudo têm pouca capacidade para tomar de sua saúde.

Um estudo novo publicado em continuações da clínica de Mayo examinou resultados do em-hospital e 30 taxas do readmission do dia de 3.937 pacientes desabrigados de mais de 1,5 milhões de pessoas admitidos para um cardíaco de ataque. Os pesquisadores usaram dois anos dos dados (2015-2016) da base de dados nacional do Readmission. Os resultados mostram que os pacientes desabrigados frequentemente recebem menos tratamento e são mais prováveis terminar readmitido acima ao hospital dentro de um mês.

As diferenças nos testes padrões do cuidado e em resultados clínicos entre pacientes desabrigados e nonhomeless são prováveis uma reflexão das diferenças no perfil de risco na linha de base.”

Mohamad Alkhouli, M.D., cardiologista da clínica de Mayo e autor superior do estudo

Comparado àqueles com o alojamento estável, os pacientes desabrigados admitidos com um cardíaco de ataque tenderam a ter masculinos, aproximadamente 10 anos mais novos, e tiveram menos factores de risco tradicionais para a doença cardíaca. Os pacientes desabrigados no estudo tiveram uma incidência mais alta da insuficiência cardíaca congestiva, a anemia, doença renal crônica, e fígado e doenças pulmonares. A ansiedade, a depressão, o abuso de substâncias e as infecções pelo HIV eram substancialmente mais altos para este grupo, também.

Olhando resultados combinados para cada grupo, os pacientes desabrigados receberam menos tratamento no hospital, como mostrado com um mais desprezado da angiografia e do revascularization. A taxa de mortalidade do em-hospital e o custo mediano da hospitalização eram similares para os sem abrigo contra os pacientes que não eram desabrigados.

Outras diferenças emergiram ao comparar o comprimento da estada e do readmission. Os pacientes desabrigados estavam no hospital mais por muito tempo. Contudo eram mais prováveis sair contra o conselho médico e ser descarregados a umas instalações de cuidados intermediárias. Eram igualmente mais prováveis ser readmitidos. As 30 taxas do readmission do dia diferiram significativamente, com os 22,5% dos pacientes desabrigados readmitidos, comparado a somente 10% dos pacientes que não eram desabrigados. As causas cardiovasculares eram as razões as mais comuns para o readmission em ambos os grupos. Contudo, 18% de pacientes desabrigados foram readmitidos para causas psiquiátricas, comparado a 2% dos pacientes que não eram desabrigados.

“Endereçar a doença cardiovascular na população crescente dos sem abrigo vem com um grupo original de desafios,” diz o Dr. Alkhouli. “A carga alta da doença psiquiátrica entre os sem abrigo sublinha a necessidade para que uma aproximação holística enderece as necessidades clínicas e sociais destes pacientes.”