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As atitudes para a vacinação variam significativamente através de Europa

Os pesquisadores em França relataram resultados resultando de uma avaliação com suporte na internet chamada Vaccinoscopie 2019 que perguntou a 1.500 pais através de cinco países europeus como sentem aproximadamente e o que sabem sobre a vacinação.

A proporção de pais que eram positivos sobre a ideia da vacinação imperativa da criança variou entre países. A proporção que sentiu menos bem informado sobre a vacinação igualmente variou pelo país, com pais em França que sente o o mais menos bem informado.

Crédito de imagem: didesign021/Shutterstock
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A cobertura da vacinação caiu

Sobre anos recentes, a cobertura da vacinação em Europa caiu a um nível secundário-óptimo, que conduzisse à ressurgência das doenças tais como o sarampo e as epidemias que de outra maneira seriam evitáveis por vacinas.

A explicação principal para a cobertura reduzida da vacinação é a hesitação dos pais sobre ter suas criança/crianças vacinadas.

Desde que a factura 1998 de papel agora-desacreditada de Andrew Wakefield a reivindicação unsupported que o sarampo, a papeira, e a vacina da rubéola (MMR) foram ligados ao autismo, pais através do globo tornou-se preocupou-se cada vez mais sobre a vacinação. Isto conduziu à emergência do movimento de “anti-VAX”, com as opiniões dos povos que recusaram ser vacinados ou tem seu eco vacinado crianças e amplificação por media sociais.

No ano passado, a Organização Mundial de Saúde (WHO) alistou “a hesitação vacinal” como uma das dez ameaças superiores à saúde do pessoa no mundo inteiro. Os povos no grupo vacinal da hesitação são determinados menos em suas atitudes do que anti-vaxxers - inclinando-se mais para o indecisiveness e questionando um pouco do que uma objeção completa.  Este grupo é, conseqüentemente, muito mais difícil de localizar, com eles que tendem a não exprimir suas opiniões em media sociais e a não as preferir manter seus pensamentos a se devido ao medo da desaprovação. Contudo, representam um grupo extremamente de preocupação aos profissionais médicos e dos cuidados médicos.

No ano passado, a avaliação global do monitor de Wellcome que avalia 2018 dados encontrou que esse em três povos em França pensou que as vacinas são inseguras. Somente a metade dos povos que vivem em Ucrânia confiou a vacinação, e em ambos os países, houve umas manifestações de sarampo recentemente. No Reino Unido, a proporção de crianças que recebem ambos os espetares do MMR pela idade de cinco tinha deixado cair pelo quarto ano em seguido, e em junho de 2018, a saúde pública Inglaterra anunciou que a predominância do sarampo tinha aumentado em quase quatro vezes, comparadas com o 2017.

A avaliação de Vaccinoscopie 2019

Agora, Alain Martinot do hospital de Lille em França e os colegas compararam as opiniões dos pais sobre vacinas através de cinco países europeus, a saber França, Alemanha, Itália, Espanha, e Reino Unido. A avaliação de Vaccinoscopie foi completada por 1.500 povos - 300 de cada país - que eram pais aos infantes envelhecidos entre 0 anos e 35 meses.

Para cada país, 100 dos pais tiveram os bebês envelhecidos 0-11 meses, 100 tiveram meses dos bebês aged12-23, e 100 tiveram os infantes envelhecidos 24-35 meses.

Os resultados do estudo

A proporção de pais que sentiram que positivo sobre a vacinação variou entre países, de tão baixo quanto 73% em França a 94% na Espanha, embora a figura para a Espanha esteja ainda abaixo do 95% que o WHO diz é necessário para a suficiente protecção da população.

No Reino Unido e na Alemanha, 3% da população do estudo objetou a todas as vacinas, quando a proporção de oponentes em outros países era menos de 1%.

Através de todos os países, mais de 90% eram positivos sobre a ideia de vacinas imperativas contra pelo menos algumas doenças, embora Alemanha e o Reino Unido tivessem a proporção a mais significativa de indivíduos resistentes.

Em relação ao conhecimento da vacinação, os pais em França sentiram que eram os o mais menos bem informados (somente 77% sentiu bem informado), comparado com os pais em outros quatro países (90 94% sentido bem informado). Além disso, somente 58% dos pais em França tinha consultado o Internet para a informação, comparado com os 70 ao 81% em outros países.

A confiança em autoridades de saúde era igualmente a mais baixa em França, com o somente 68% que avaliam seu nível de confiança em 7 a 10 de 10, comparado com o 88% em outros países.

A fonte de informação a mais comum que as decisões para vacinar estiveram baseadas sobre era uma consulta do GP ou do pediatra (variada pelo país de 50% a 87%), seguida pelo Internet (14% 40%, segundo os sistemas de saúde dos países) e os amigos e a família (9% 30%.)

Os pesquisadores concluem que os pais que aprovam a vacinação pareceram ser associados com um conhecimento melhor-percebido sobre a vacinação.

“Se o vaccinator dos cuidados médicos era a primeira fonte de informação, o Internet era um recurso valioso e os amigos e as famílias puderam ser influentes,” escrevem a equipe.

Martinot e os colegas recomendam que a fim aumentar a confiança na vacinação, as características locais devem ser consideradas.

A “avaliação deve ser harmonizada em um ao nível europeu, reservando compartilhar de estratégias das melhores práticas da saúde pública,” conclui a equipe.

Sources:
Journal reference:
  • Families IDM Research and Insights 2020 - Oral Presentation. Comparison of vaccine opinion of parents in 5 key European countries: learnings from Vaccinoscopie Europe, European Congress of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ECCMID), Jean Paul Stahl, Robert Cohen, Joel Gaudelus, Bertrand Leboucher, Damien Subtil, Patricia Pujol, Véronique Picquet, Hélène Lepetit, Laetitia Longfier, Alain Martinot
Sally Robertson

Written by

Sally Robertson

Sally has a Bachelor's Degree in Biomedical Sciences (B.Sc.). She is a specialist in reviewing and summarising the latest findings across all areas of medicine covered in major, high-impact, world-leading international medical journals, international press conferences and bulletins from governmental agencies and regulatory bodies. At News-Medical, Sally generates daily news features, life science articles and interview coverage.

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