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Os cientistas do russo criam ratos humanizados para testar drogas e vacinas para COVID-19

Depois da manifestação recente de Coronavirus, quase três milhões de pessoas foram contaminados no mundo inteiro, visto que o número de mortes tem passado já a marca 200.000, de acordo com relatórios oficiais.

Entrementes, uma vacina permanece ser encontrada, e as medicamentações clássicas mostram a baixa eficácia. Sob estas condições, incumbe os farmacologista para fazer seu melhor na busca de tratamentos novos. Contudo, os estudos de laboratório são limitados pela ausência de modelos do animal COVID-19.

Os cientistas do russo do instituto da biologia do gene da academia do russo de ciências, a virologia do estado e o centro de pesquisa “vector” e universidade da biotecnologia de Belgorod já estão trabalhando na revelação dos ratos de SARS-CoV-2-sensitive a ser usados como um modelo murine nos testes das vacinas COVID-19 e de drogas potenciais, relatórios o escritório do inspector sanitário do estado principal.

Para criar tal linha de ratos, os pesquisadores formularam um conceito do pas-de-deux, descrito recentemente no aberto-acesso, nos resultados de pesquisa par-revistos do jornal douto e na farmacologia. Em primeiro lugar, os ratos devem ser feita biològica seguro para a prática rotineira do laboratório.

Em segundo lugar, para que os ratos seja eficientes para experimentações não-clínicas, eles precisará experimentem sintomas e patogénese como humano-como como possível. Os cientistas acreditam que têm tudo necessário executar esta concepção e esperar o primeiro resulta já em junho de 2020.

A equipe explica:

Os ratos de SARS-CoV-2-inoculated terão a humano-como a patogénese e os sintomas do COVID-19. A diferença chave entre um modelo novo e existentes será sua segurança biológica - os animais tornar-se-ão sensíveis a SARS-CoV-2 somente depois a activação nas condições de um laboratório virological. Torna possível anular o risco do contágio para o pessoal que trabalha nos berçários e em laboratórios não-especializados durante uma pandemia.”

Os dados já disponíveis mostram que há duas proteínas chaves nas pilhas humanas, que são envolvidas na entrada do vírus. Antes de mais nada, é a enzima deconversão 2 (ACE2), que é o alvo directo e principal da “corona” dos coronavirus.

Três linhas de ratos transgénicos com a variação ACE2 humana foram encontradas para ser suscetíveis aos SARS-CoV, um agente causal da manifestação do SARS em 2003.

Contudo, mostrou-se que, além do que ACE2, um caminho molecular da invasão do coronavirus contem uma outra relação importante: o serine 2 do protease da transmembrana da enzima (TMPRSS2). A obstrução de TMPRSS2 impede a entrada SARS-CoV-2 na cultura celular in vitro.

Para obter ratos com humano-como sintomas COVID-19 e patologia, os pesquisadores introduzirão os genes ACE2 e TMPRSS2 humanos no genoma murine sob próprio promotor Tmprss2 dos ratos.

Uma outra resolução chave sobre a maneira de criar o modelo novo é assegurar-se de que a sensibilidade SARS-CoV-2 seja inducible somente depois a introdução de locais de LoxP na frente dos genes ACE2 e TMPRSS2 humanos. Em conseqüência, os genes humanos em um genoma murine girarão sobre uma vez que um cruzamento com os ratos que expressam Cre-recombinase ocorre.

“O truque principal aqui é que este híbrido acontecerá somente nos laboratórios virological especializados, que impedirão que a linha nova de ratos se transforme uma infecção “reservatório” em laboratórios ordinários,” diz os pesquisadores.

Source:
Journal reference:

Soldatov, V. O., et al. (2020) On the way from SARS-CoV-sensitive mice to murine COVID-19 model. Research Results in Pharmacology. https://rrpharmacology.pensoft.net/article/53633.