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Pacientes COVID-19 sintomáticos menos provavelmente a ser fumadores

Como as raivas COVID-19 pandémicas em muitas partes do mundo, um estudo novo mostra que fumar não pode jogar um papel significativo em aumentar a severidade da doença nestes pacientes. O estudo é publicado no medRxiv* do server da pré-impressão em maio de 2020.

É agora conhecido que o coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), o vírus que causa a doença COVID-19, é mais provável causar a doença pneumonic severa que conduz frequentemente à aflição, à deficiência orgânica do multi-órgão, ou a ambos respiratórios severos agudos, conduzindo à morte. Os factores da predisposição à doença séria ou crítica incluem uma idade mais velha, problemas médicos subjacentes como a asma, a hipertensão, o diabetes, e a doença cardiovascular.

Contudo, o fumo activo aumenta o risco? Não muito é sabido sobre o papel deste factor, que alertou o estudo actual.

Fumar poderia aumentar a entrada viral - mas faz?

Fumar aumenta a expressão da enzima deconversão 2 da molécula (ACE2) nos tecidos dos fumadores. ACE2 é sabido para ser o receptor principal para o acessório viral a e a entrada na pilha de anfitrião nos seres humanos. Logicamente, pareceria que fumar aumenta o risco de infecção.

Vírus SARS-CoV-2 que liga aos receptors ACE-2 em uma pilha humana, a fase inicial da infecção COVID-19. Crédito de imagem: Kateryna Kon/Shutterstock
Vírus SARS-CoV-2 que liga aos receptors ACE-2 em uma pilha humana, a fase inicial da infecção COVID-19. Crédito de imagem: Kateryna Kon/Shutterstock

Alguns estudos contradizem esta suposição, contudo, em lugar de indicando o oposto. Em estudos chineses, por exemplo, em somente aproximadamente 1,4% a 12,6% dos pacientes COVID-19 são os fumadores. Similarmente, somente aproximadamente 5% dos pacientes de New York, que são parte de uma manifestação muito severa, eram fumadores.

Comparado às estatísticas de fumo nacionais em em ambos os países, aproximadamente 25% e 17% respectivamente, como tomados de https://worldpopulationreview.com/countries/smokingrates-by-country, estes são tão baixos que a ausência de uma relação directa se torna clara. O estudo actual é conduzido pela necessidade de examinar a presença de uma associação inversa entre o fumo e as possibilidades da infecção com COVID-19.

Como o estudo Smoking-COVID-19 foi realizado?

Os pesquisadores realizaram um estudo retrospectivo em aproximadamente 440 pacientes com o COVID-19, admitido toda consecutivamente a um centro do terciário-nível em Parma, Itália. Todo tinham confirmado a infecção com os cotonetes nasopharyngeal que provam o positivo pela reacção em cadeia reversa da transcriptase-polimerase (rt-PCR).

Os investigador extraíram demográfico, clínico, o laboratório, e os dados da mortalidade dos registos de saúde eletrônicos do hospital. Igualmente tentaram confirmar dados de fumo pelo contacto directo com os pacientes ou os seus parentes, em 423 de 441 casos.

Que o fumo estudou a mostra sobre COVID-19?

Os resultados mostram que isso aproximadamente 62% dos pacientes eram masculinos, e a idade mediana era 71 anos. 35% dos pacientes morreu durante sua estada do hospital, com o 65% que estão sendo descarregados após a recuperação clínica.

Aproximadamente 5% deles estavam fumando activamente na altura do estudo, quando 10% tinha sido fumadores mas tinha parado. O resto era nunca-fumadores.

Com uma análise mais próxima das características clínicas, observou-se que muito mais homens morreram da doença. Embora compo 62% do número total de pacientes, esclareceram 72% das fatalidades e somente 59% dos sobreviventes. Aqueles que morreram eram igualmente mais velhos, em uma idade mediana de 76 anos, comparada a 67 anos para aqueles que sobreviveram. Contudo, isto não era estatìstica significativo.

Além disso, a presença de determinadas doenças médicas de coexistência era significativamente mais comum entre as fatalidades. Por exemplo, os pacientes com uma história da doença cardiovascular esclareceram 21% e 10% daqueles que morreram e sobreviveram, respectivamente.

Quando a hipertensão estou presente em 61% e 56% das fatalidades e dos sobreviventes, respectivamente, quando o diabetes estou presente em 26% e em 18% respectivamente, estes eram não-significativos.

Os níveis medianos de D-dímero, que é um marcador inflamatório, eram o o valor quase dobro naqueles que morreram comparado àqueles que sobreviveram. Havia uma elevação muito menor mas significativa no nível mediano de proteína C-reactiva, que igualmente aumenta na inflamação, entre aqueles que morreram.

Com fumo, contudo, de aproximadamente 6% e de 4% daqueles que morreram e viveram eram fumadores actuais, significar lá não era nenhuma diferença significativa. Similarmente, o número de ex-fumadores e os nunca-fumadores eram próximo-idênticos em ambos os grupos.

Que este estudo significa para os povos expor a COVID-19?

Itália experimentou o número segundo mais alto das fatalidades COVID-19 na União Europeia (EU). Contudo, neste estudo retrospectivo, somente 5% dos pacientes eram fumadores actuais, embora a predominância da população do fumo é 24% em Itália. Este encontrar, concorda conseqüentemente com o aqueles de uns estudos mais adiantados em China e nos E.U.

O estudo não incluiu pacientes assintomáticos pelo projecto, e conseqüentemente a conclusão deve ser limitada às caixas somente hospitalizadas ou sintomáticos de COVID-19.

Os pesquisadores dizem, “o estudo actual sugere que os fumadores possam levar algum tipo de mecanismo protector da infecção SARS-CoV-2 sintomático.” Contudo, como os cientistas advertem, os estudos controlados com cuidado projetados apenas podem validar esta impressão.

O mecanismo que é a base da baixa predominância do fumo nesta população dos pacientes COVID-19 hospitalizados é puramente especulativo presentemente. Pode-se argumentir, por exemplo, que a exposição do fumo suprime respostas imunes, que contribui à baixa inflamação sistemática comparada aos nunca-fumadores.

Modulando a intensidade e o espectro normais do sistema imunitário ao vírus, devido “ao insulto inflamatório contínuo,” a tempestade do cytokine pode ser menos provável ocorrer nos pacientes COVID-19, fazendo lhes a doença severa ou sintomático menos inclinada.

A importância de confirmar um papel protector para fumar nesta pandemia é que, de acordo com os pesquisadores, “poderia ajudar a desembaraçar o mecanismo molecular subjacente predispor à infecção SARS-CoV-2, a seguir também potencial explorável por drogas protectoras visadas novo-concebidas.”

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Liji Thomas

Written by

Dr. Liji Thomas

Dr. Liji Thomas is an OB-GYN, who graduated from the Government Medical College, University of Calicut, Kerala, in 2001. Liji practiced as a full-time consultant in obstetrics/gynecology in a private hospital for a few years following her graduation. She has counseled hundreds of patients facing issues from pregnancy-related problems and infertility, and has been in charge of over 2,000 deliveries, striving always to achieve a normal delivery rather than operative.

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