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A radiação de Terahertz pode oferecer um tratamento potencial para o cancro

Os pesquisadores do RIKEN centram-se para Photonics avançado e os colaboradores descobriram essa radiação do terahertz, opinião convencional da contradição, podem interromper proteínas em pilhas vivas sem matar as pilhas.

Isto que encontra implica essa radiação do terahertz, que foi considerada por muito tempo pouco prática se usar, pode ter aplicações em funções de manipulação da pilha para o tratamento do cancro, por exemplo, mas igualmente aquela lá pode ser edições de segurança a considerar.

A radiação de Terahertz é uma parcela do espectro eletromagnético entre microondas e luz infra-vermelha, que é sabida frequentemente como do “a diferença terahertz” devido à falta até agora da tecnologia para a manipular eficientemente.

Porque a radiação do terahertz é parada por líquidos e não-se está ionizando--significando que não danifica o ADN na maneira que os raios X fazem--o trabalho é em curso pô-la para usar-se nas áreas tais como inspeçãos da bagagem do aeroporto.

Geralmente considerou-se ser seguro para o uso nos tecidos, embora alguns estudos recentes encontraram que pode ter algum efeito directo no ADN, embora tem pouca capacidade para penetrar realmente em tecidos, significando que este efeito estaria somente nas células epiteliais de superfície.

Uma edição que permaneceu inexplorada, contudo, é se a radiação do terahertz pode afectar tecidos biológicos mesmo depois que foi parada, com a propagação da energia acena no tecido.

O grupo de investigação do RAP descobriu recentemente que a energia do frio claro participa na água como uma “inquietação.” Considerando que isto, o grupo decidiu investigar se a luz do terahertz poderia igualmente ter um efeito como esta em um tecido.

Escolheram investigar usando uma proteína chamada o actínio, que é um elemento chave que forneça a estrutura às pilhas vivas. Pode existir em duas conformações, conhecidas como (G) - actínio e (F) - o actínio, que têm estruturas e funções diferentes, como (F) - actínio é um filamento longo compo de correntes do polímero das proteínas.

Usando a microscopia de fluorescência, olharam o efeito da radiação do terahertz no crescimento das correntes em uma solução aquosa de actínio e encontraram que conduziu a uma diminuição nos filamentos. Ou seja a luz do terahertz era de algum modo impedir (G) - actínio de formar correntes e de se tornar (F) - actínio.

Consideraram a possibilidade que estêve causada por uma elevação na temperatura mas encontraram que a elevação pequena, de ao redor 1,4 graus de Celsius, não era suficiente para explicar a mudança, e concluído que estêve causada muito provavelmente por uma inquietação.

Para testar mais a hipótese, executaram experiências em pilhas vivas e encontraram que nas pilhas como na solução, a formação de filamentos do actínio estêve interrompida. Contudo, não havia nenhum sinal que a radiação fez com que as pilhas morressem.

De acordo com Shota Yamazaki, o primeiro autor do estudo, publicado em relatórios científicos, “era bastante interessante para nós ver que a radiação do terahertz pode ter um efeito em proteínas dentro das pilhas sem matar as pilhas elas mesmas. Nós estaremos interessados em procurar aplicações potenciais no cancro e nas outras doenças.”

A radiação de Terahertz está entrando uma variedade de aplicações hoje, e é importante vir a uma compreensão completa de seu efeito em tecidos biológicos, para calibrar todos os riscos e para procurar aplicações potenciais.”

Chiko Otani, líder do grupo de investigação, RIKEN

Source:
Journal reference:

Yamazaki, S., et al. (2020) Propagation of THz irradiation energy through aqueous layers: Demolition of actin filaments in living cells. Scientific Reports. doi.org/10.1038/s41598-020-65955-5.