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Idade e diabetes os factores de risco os mais grandes para a morte nos pacientes COVID-19 grávidos

Estão as mulheres gravidas em um risco mais alto de morte com COVID-19, e em caso afirmativo, que conferem este risco aumentado?

Uma letra recente da pesquisa publicada no medRxiv* do server da pré-impressão avalia em junho de 2020 os factores de risco que podem conduzir a uma mortalidade mais alta nas mulheres gravidas com o COVID-19 em países de rendimento médio.

A pandemia actual, causada pelo coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), é mais mortal às pessoas idosas e ao doente, particularmente aqueles com ser a base de condições inflamatórios crônicas tais como a doença cardiovascular, obesidade, e diabetes. A mortalidade no segmento idoso da população é muitas vezes mais altamente do que aquela nos jovens, segundo o suporte de idade.

Mesmo nos países com uma predominância alta de COVID-19, uma avaliação de dados da mortalidade mostra que as mulheres estão em todas as idades menos provavelmente a cair doente com a infecção, para desenvolver uma infecção severa, ou a morrer, do que homens. Isto sugeriu que as mulheres gravidas não fossem igualmente mais vulneráveis à infecção ou às complicações do que a população geral. Contudo, não muito é sabido sobre como outras circunstâncias afectam a mortalidade neste subgrupo.

A pesquisa

O papel actual trata o efeito de outros problemas médicos, ou de avançar a idade materna, na mortalidade materna, em México. México teve sobre 10.000 mortes ligadas COVID-19 entre aproximadamente 94.000 casos na altura do estudo. Isto fê-lo numerar 2 em termos da mortalidade devido à pandemia, entre países latino-americanos, e em terceiro lugar em termos do número de casos confirmados.

Projetado como um estudo em perspectiva, a pesquisa utiliza os dados recuperados dos dados epidemiológicos da avaliação para doenças respiratórias virais.

A fiscalização cobre 475 unidades com sobre os 135.000 indivíduos, incluindo 1.241 mulheres gravidas, sendo testado para a doença respiratória viral. Todas as mulheres gravidas que testaram o positivo por RT-PCR para o SARS-CoV-2 entre o 1º de janeiro e o 11 de maio de 2020, foram incluídas no estudo, para um total de 224 participantes.

Os pesquisadores igualmente examinaram os dados em outros problemas médicos neste subgrupo, como o diabetes do pregestational, a hipertensão crônica, a doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), a asma, o immunosuppression, a obesidade, a doença renal crônica, e o fumo.

Factores de alto risco

Das 224 mulheres gravidas com COVID-19, 25 tiveram a doença severa, com 7 mortes. Isto corresponde a apenas acima de 3% da coorte, ocorrendo em um número médio de 9 dias dos sintomas os mais adiantados.

Das mortes totais, 5/7 das mortes ocorreram nas mulheres com outras doenças que complicam a gravidez. As mulheres gravidas que morreram eram prováveis ser mais idosas, em um número médio de 37 anos contra 29 anos para a coorte geral. Totais, as mulheres sobre 35 anos tiveram quase 8 probabilidades mais altas das épocas da morte comparadas àquelas abaixo desta idade.

Quando aproximadamente um terço de todas as mulheres neste grupo teve outras doenças, a porcentagem dos casos COVID-19 grávidos com comorbidities foi acima sobre a 71% daqueles que morreram, conferindo 6 probabilidades mais altas da dobra da morte neste subgrupo. As probabilidades as mais altas da morte estavam naquelas com diabetes (40-fold). Outras circunstâncias não foram associadas significativamente com um risco mais alto de morte.

Mortalidade e factores de risco aumentados

Quando a idade materna avançada foi associada com o risco mais alto da mortalidade neste estudo, o diabetes foi encontrado para ser o único factor de risco o mais significativo para a morte entre mulheres gravidas com COVID-19. A relação entre a idade e a morte maternas idosas é explicada na parte pela incidência crescente do estilo de vida e em doenças não-comunicáveis nesta classe etária, que é um fenômeno quase universal.

Ao longo dos últimos anos, as mudanças econômicas e culturais rápidas ocorreram global, que conduziu às mudanças do estilo de vida em muitos baixos e países de rendimento médio (LMIC). Isto é reflectido no número crescente de diabético e de indivíduos obesos através do espectro da população, incluindo mulheres gravidas.

Esta tendência é igualmente em parte responsável para a taxa mais alta de complicações e de mortes entre a população idosa com COVID-19. É, conseqüentemente, uma matéria da prioridade da saúde pública para derrubar a incidência da obesidade e o diabetes em LMIC.

O baixo número de mortes limita o estudo actual em conseqüência de que muito não pode ser pressupor sobre os factores de risco subjacentes. Contudo, há uma associação significativa definida de uma mortalidade mais alta nas mulheres gravidas contaminadas com SARS-CoV-19, com diabetes e idade avançada. Isto deve alertar planejadores da política sanitária evoluir medidas de defesa para esta população altamente suscetível.

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Liji Thomas

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Dr. Liji Thomas

Dr. Liji Thomas is an OB-GYN, who graduated from the Government Medical College, University of Calicut, Kerala, in 2001. Liji practiced as a full-time consultant in obstetrics/gynecology in a private hospital for a few years following her graduation. She has counseled hundreds of patients facing issues from pregnancy-related problems and infertility, and has been in charge of over 2,000 deliveries, striving always to achieve a normal delivery rather than operative.

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