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A variação no discurso natural é desafiante para adultos disléxicos

Um estudo novo traz a evidência do neural-nível que a variação contínua no discurso natural faz a discriminação dos fonemas que desafiam para os adultos que sofrem da dislexia desenvolvente do leitura-deficit.

Isto pode comprometer a aprendizagem de fonemas da língua nativa já numa idade precoce para infantes no risco familiar para a dislexia.

A dislexia é compreendida para provir das dificuldades no processamento do fonema. O discurso natural tem a variação acústica contínua, e os fonemas soam diferente segundo, por exemplo, o contexto da palavra ou a identidade do orador. A fim compreender facilmente o discurso, os fonemas ainda têm que ser detectados exactamente.

Em nosso estudo, os participantes disléxicos tiveram dificuldades, particularmente quando a variação acústica foi adicionada ao córrego do som de discurso. Na ausência desta variação, o processamento neural do som de discurso não diferiu entre leitores disléxicos e típicos. Isto parece reflectir uma dificuldade em categorizar sons de discurso nas classes do fonema da língua nativa.”

Dr. Paula Virtala, universidade de Helsínquia

Compreender os mecanismos neurais da dislexia ajudará em visar e em projetar a reabilitação para crianças com desenvolvimento da língua ou em ler problemas, e em impedir as dificuldades futuras cedo nos infantes e em crianças pequenas no risco familiar.

O EEG revelou diferenças

O estudo, que foi publicado recentemente em relatórios científicos, foi conduzido gravando a actividade neural de 18 adultos disléxicos e 20 tipicamente lendo com electroencefalografia (EEG).

Os participantes escutaram um córrego de sons de discurso finlandeses a vários níveis do passo passiva, com sua atenção dirigida longe da estimulação, e activamente, pressionando um botão da resposta ao detectar uma mudança nos sons de discurso.

Os potenciais evento-relacionados auditivos diferiram entre os dois grupos em ambas as circunstâncias. Os participantes disléxicos eram igualmente menos exactos em detectar as mudanças.

“Estes tipos dos estudos conduzidos nos adultos permitem umas sessões mais longas da gravação e uma escala mais larga dos métodos comparados aos estudos nas crianças. Nós podemos utilizar estes resultados em nosso estudo longitudinal de DyslexiaBaby,” Paula que Virtala explica.

O estudo de DyslexiaBaby é conduzido na unidade de pesquisa cognitiva do cérebro na universidade de Helsínquia. Segue o desenvolvimento da língua das crianças, particularmente nas famílias com a dislexia. O estudo é conduzido em colaboração com o hospital da universidade de Helsínquia e a universidade de Jyväskylä.

Source:
Journal reference:

Virtala, P., et al. (2020) Poor neural and perceptual phoneme discrimination during acoustic variation in dyslexia. Scientific Reports. doi.org/10.1038/s41598-020-65490-3.