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Os pesquisadores revêem artigos científicos no papel do zinco na prevenção COVID-19

Os pesquisadores da universidade de Sechenov em colaboração com colegas de Alemanha, de Grécia e de Rússia reviram artigos científicos no papel do zinco na prevenção e no tratamento de infecções virais e de pneumonia, com projecções naquelas causadas por SARS-CoV-2. Os resultados foram publicados no jornal internacional da medicina molecular.

O zinco é necessário para o metabolismo e o funcionamento normais dos sistemas reprodutivos, cardiovasculares e nervosos, mas é igualmente importante para o sistema imunitário, em particular para a proliferação e a maturação dos glóbulos brancos (alguns deles são capazes de capturar e digerir micro-organismos, e outro - para produzir anticorpos). Além, o zinco é envolvido no regulamento da inflamação. Assim, os níveis normais de zinco apoiam a resistência humana às doenças inflamatórios e infecciosas.

De acordo com as avaliações actuais, o risco de deficiência de zinco é observado em mais de 1,5 bilhão povos no mundo. Em Rússia, a deficiência deste elemento ocorre em 20-40% da população; em algumas regiões alcança 60%. Dado o papel crucial do zinco no regulamento da imunidade, uma pode propr que sua insuficiência possa ser considerada como um factor de risco para doenças infecciosas.”

Professor Anatoly Skalny, líder da pesquisa, cabeça do laboratório da dietética molecular na universidade de Sechenov

Os cientistas reviram os resultados dos estudos no uso de zinco-conter as drogas para aumentar a imunidade e impedir infecções virais, incluindo SARS-CoV-2 que causou à manifestação COVID-19 este ano. Os estudos precedentes mostraram que o zinco e suas substâncias obrigatórias podem retardar o trabalho da polimerase de RNA (uma enzima que sintetiza moléculas virais do RNA) dos coronaviruses e suprimir sua propagação no corpo. Uma das substâncias que estimulam a tomada celular do zinco, chloroquine, tem sido testado já em pacientes com SARS-CoV-2, mas seus efeitos secundários fortes fazem necessário procurar outros compostos com um efeito similar ou usar separada o zinco. Contudo, ambas as opções não foram estudadas nem não foram testadas suficientemente ainda.

As observações da revelação de outros vírus, tais como rhinoviruses (esta família inclui os micróbios patogénicos de doenças respiratórias agudas), mostram que um aumento no nível de zinco nas pilhas suprime a réplica (reprodução) do vírus e estimula a produção de alfa da interferona, que tem uma actividade antivirosa.

Além, a deficiência de zinco é considerada como um dos factores de risco para a revelação da pneumonia: aumenta a susceptibilidade aos agentes infecciosos e à duração da doença. Diversos estudos mostram a eficácia de drogas decontenção na severidade e na duração de diminuição dos sintomas e de reduzir a predominância da pneumonia. Contudo, geralmente, os dados no uso do zinco como uma terapia, um pouco do que a prevenção, são contraditórios.

Uma outra aplicação possível do zinco é modulação da inflamação. Os dados existentes mostram que os íons do zinco têm um efeito anti-inflamatório, reduzindo dano ao tecido de pulmão na pneumonia. O zinco igualmente ajuda o corpo a resistir as bactérias, e a pneumonia bacteriana ocorre freqüentemente nos pacientes com infecções virais secundárias.

“Um estudo recente conduzido por cientistas dos EUA confirmou nossas suposições, demonstrando o efeito da entrada do zinco no risco de um curso severo e a necessidade para a ventilação artificial nos pacientes com COVID-19,” disse Alexey Tinkov, co-autor do artigo, um pesquisador principal no laboratório da dietética molecular na universidade de Sechenov.

Conseqüentemente, de acordo com a pesquisa actual, o estado adequado do zinco pode derrubar a probabilidade de doenças respiratórias infecciosas, de pneumonia e de suas complicações. Há igualmente umas indicações indirectas que a entrada do zinco pode ser eficaz na luta contra a doença do coronavirus (COVID-19), mas há uns dados ainda insuficientes para recomendações.

Source:
Journal reference:

Skalny, A.V., et al. (2020) Zinc and respiratory tract infections: Perspectives for COVID‑19. International Journal of Molecular Medicine. doi.org/10.3892/ijmm.2020.4575.