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Os positivos SARS-CoV-2 periódicos nao infecciosos nos pacientes COVID-19 descarregados, dizem o estudo do chinês

Um artigo de investigação novo de China publicou no medRxiv* do server da pré-impressão reivindica que os resultados positivos periódicos para SARS-CoV-2 são devido à presença de baixos níveis de fragmentos virais do RNA e não do derramamento de partículas infecciosas do vírus.

Positivos periódicos: O risco

A pandemia COVID-19 em curso espalhou pelo mundo inteiro, causando sobre 659.000 mortes e uns 16,67 de surpresa milhão-mais casos confirmados. Destes, aproximadamente 6,5 milhões são contaminados actualmente, e quase 10 milhões recuperaram.

Quase desde o início, os relatórios colheram acima dos pacientes que aparentemente recuperaram e foram positivo de teste descarregado no teste reverso da reacção em cadeia da transcriptase-polimerase (PCR do RT) para o RNA viral. Estes são chamados positivos periódicos. Na maioria dos casos, estes relatórios trataram um pequeno número de pacientes, que eram tipicamente assintomáticos ou tinham somente sintomas suaves.

Estar relacionado com os positivos periódicos (quem testem repetidamente o negativo antes que este resultado) é que puderam ser os portadores silenciosos do vírus, conduzindo a transmissão da comunidade. Na resposta, o governo do chinês coloca tais pacientes na quarentena para 14 dias, um esforço complicado e caro.

O estudo: Positivos periódicos

O estudo actual é enchimento visado na diferença do conhecimento a respeito destes pacientes, de seu nível viral do RNA, das respostas do anticorpo, e do risco de propagação viral. Isto, ele é esperado, ajuda a evoluir uns métodos de gestão mais apropriados.

O papel é baseado em um estudo observacional de 479 pacientes COVID-19 recuperados que foram descarregados entre o 1º de fevereiro de 2020 e o 5 de maio de 2020. Todos estes pacientes tinham sido descarregados depois de uma gravação normal da temperatura para 3 ou mais dias, a definição de todos os sintomas da via aérea, e uma diminuição significativa de lesões pulmonaas no tomografia computorizada da caixa (CT), assim como em dois testes sucessivos negativos do PCR do RT, realizados em um intervalo de um dia.

Os pacientes descarregados quarantined em casa ou em facilidades da quarentena por duas semanas, com testes repetidos do PCR do RT de nasopharyngeal e de retal limpa, nos 7th e 14th dias, até o 18 de março, ou no dia 1, 3, 7 e 14 em seguida que datam. Nos últimos dias, o teste serologic foi executado. Os espécimes foram tomados de 147 pacientes descarregados com positivos periódicos para a detecção do RNA pelo PCR do RT, em 1-4 amostras por pessoa.

Dos 479 pacientes, havia 93 (19%) positivos periódicos, com 9% quem teve testes positivos múltiplos após dois negativos e descargas consecutivos. Dos 93, 75% testou o positivo durante a quarentena de 14 dias, e o resto durante sua continuação. O período mediano da descarga ao primeiro teste positivo periódico era 8 dias. Ainda, o teste positivo periódico final ocorreu em um número médio de 15 dias da descarga, e em 46 dias do início da doença.

Características de deferimento

Nesta coorte pequena, aproximadamente 60% eram fêmeas, e significativamente mais novos, em 34 anos, comparados à idade mediana de 45 anos para o resto dos pacientes. Os pacientes positivos periódicos e não-periódicos tiveram características similares até a severidade da doença, do uso esteróide, ou do período de hospitalização. Contudo, o anterior teve uns níveis C-reactivos marcada mais altos da proteína na primeira apresentação mas não na descarga.

Entre os positivos periódicos, aqueles com testes positivos múltiplos tiveram períodos mais prolongados de hospitalização, em 24 contra 18 dias para únicos pacientes positivos periódicos, e o o período dobro de detecção de RNA viral em 65 dias contra 33 dias.

Os sintomas eram ausentes em 72% de pacientes positivos periódicos, quando o resto teve sintomas suaves somente. Somente um paciente teve um único sinal da inflamação sob a forma de um nível IL-6 alto. Em 80% dos pacientes, as lesões do pulmão tinham melhorado (73%) ou tinham permanecido inalteradas da primeira descarga (8%).

Positividade do cotonete

Em aproximadamente três de quatro pacientes, somente os cotonetes nasopharyngeal eram positivos, em cotonetes retais de 15% somente, e em menos do que um décimo, ambos eram positivos. Todo o negativo provado análises de sangue para o RNA viral. Os titers virais do RNA eram muito mais baixos do que no início da doença, abaixo 5 do registro copies/ml dentro sobre 95% dos pacientes. Este era encontrar consistente através dos únicos e pacientes positivos periódicos múltiplos. Além disso, o titer foi para baixo com um número crescente de dias da descarga.

Perfis do anticorpo

Quase cada paciente positivo periódico era positivo de IgG, com o 62% que são IgA positivo e positivo de 88% para o anticorpo de neutralização. Estes valores eram comparáveis àqueles de pacientes positivos não-periódicos. O titer de anticorpos de neutralização era 1:32 e 1:16, respectivamente.

O vírus que o isolamento era mal sucedido de 9 seleccionou cotonetes nasopharyngeal positivos periódicos, quando o genoma inteiro que arranja em seqüência métodos recuperou somente fragmentos do genoma.

Os positivos periódicos espalham a infecção?

Os pacientes identificados como positivos periódicos foram analisados para a transmissão viral a 96 contactos próximos. A continuação por duas semanas revelou que nenhumas eram sintomáticos, com o tudo que tem o PCR negativo resulta. Os Anti-RBD anticorpos não foram encontrados em 20 amostras testadas destes contactos.

Um positivo periódico notável era um estudante que atendesse à escola por 11 dias antes de testar o positivo 90 dias da descarga. Todos os 1.200 professores e colegas que vieram em contacto com ele tiveram testes negativos para o RNA viral e não tiveram nenhuns sintomas. Total, nenhuma evidência foi encontrada mesmo de um novo caso relativo a estes positivos periódicos.

Todos os pacientes positivos periódicos foram testados até que seus testes virais da detecção do RNA se tornaram positivos. Nenhuns deles retornaram uns testes positivos periódicos mais adicionais depois que esta segunda descarga. A grande maioria deles teve anticorpos de neutralização com um titer mediano do 1:32.

Características de positivos periódicos

As características comuns de pacientes positivos periódicos, com base neste estudo, incluem uma idade mais nova, sintomas suaves ou ausentes, doença nonprogressive, baixos titers virais do RNA, e longos período do teste positivo para o RNA viral por até 113 dias. A falta de diferenças significativas em titers do anticorpo ou em níveis de neutralização do anticorpo indica que a revelação humoral da imunidade é similar em ambas as classes de pacientes. Finalmente, o risco de transmissão viral é baixo entre estes pacientes positivos periódicos. Com um titer de neutralização do anticorpo do 1:32 ou de mais em 60% dos pacientes que recuperaram inteiramente, esta poderia ser uma marca de nível possível para as experimentações vacinais futuras.

Que causa testes positivos periódicos?

As razões para a positividade periódica não são claras mas podem incluir os testes falso-negativos do PCR do RT que conduzem para descarregar-se, a infecção periódica verdadeira após a descarga, e a persistência do vírus devido à imunidade enfraquecida. Contudo, o estudo actual não apoia qualqueras um hipóteses. Os pesquisadores consideram que as partículas inoperantes do vírus estão sendo derramadas possivelmente, conduzindo à falta de partículas vivas junto com positivos da repetição para o teste viral do RNA.

Indicam que uns métodos mais sensíveis da detecção viva do vírus são necessários ordenar para fora esta teoria desde que, presentemente, os estudos prévios mostram que não é possível isolar o vírus vivo quando a carga viral é menos de 106 cópias pelo ml. Propor que “a excreção intermitente e não-estável de baixos níveis de RNA viral” seja provável ser a causa para o teste positivo periódico.

Implicações e sentidos futuros

O estudo conclui: “Nosso estudo encontrou que a detecção intermitente de baixos níveis do RNA SARS-CoV-2 [em pacientes descarregados] não é rara e que o sincronismo da detecção do RP varia (uma cargo-descarga de até 90 dias). O risco da transmissão levantado por pacientes de RP-DC é provavelmente baixo.” Os pesquisadores recomendam uma aproximação relaxado a controlar os pacientes descarregados, dados isto, minimizar o custo econômico e psicológico de uns períodos mais prolongados da quarentena, ao manter a protecção e a continuação pessoais apropriadas.

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Liji Thomas

Written by

Dr. Liji Thomas

Dr. Liji Thomas is an OB-GYN, who graduated from the Government Medical College, University of Calicut, Kerala, in 2001. Liji practiced as a full-time consultant in obstetrics/gynecology in a private hospital for a few years following her graduation. She has counseled hundreds of patients facing issues from pregnancy-related problems and infertility, and has been in charge of over 2,000 deliveries, striving always to achieve a normal delivery rather than operative.

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