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A imunidade do coronavirus Pre-COVID-19 não protege contra SARS-CoV-2

Um estudo recente por pesquisadores em França que esteja actualmente disponível no server da pré-impressão do medRxiv* reivindica aquele que tem a imunidade precedente contra os coronaviruses comuns (alfa e beta) não pode proteger contra o coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2).

Do ponto de vista da manifestação em curso da doença 2019 do coronavirus (COVID-19), SARS-CoV-2 mostrou um nível variado de severidade genética da heterogeneidade e da doença no mundo inteiro. O vírus foi mostrado igualmente para afectar severamente uns adultos mais velhos e uns povos com comorbidities, deixando crianças saudáveis e adultos novos em uma posição relativamente mais segura.

Dado estes respostas virais diferenciais, supor geralmente que tendo uma história precedente da infecção ou da imunização contra os coronaviruses alfa comuns (HCoV-NL-63 e -229-E) e os beta coronaviruses (HCoV-OC-43 e - HK-U1) podem fornecer a cruz-protecção contra SARS-CoV-2.

Micrografia de elétron da transmissão de partículas do vírus SARS-CoV-2, isolada de um paciente. A imagem capturada e cor-aumentada no NIAID integrou a instalação de investigação no forte Detrick, Maryland. Crédito: NIAID
Micrografia de elétron da transmissão de partículas do vírus SARS-CoV-2, isolada de um paciente. Imagem capturada e cor-aumentada na instalação de investigação integrada NIAID (IRF) no forte Detrick, Maryland. Crédito: NIAID

Os projectos do estudo actual

Para verificar esta hipótese, os cientistas estudo actual das amostras analisadas do soro recolhidas de 76 indivíduos saudáveis antes da manifestação de COVID-19. Interessante, os cientistas encontraram aquele aproximadamente 8% de amostras do soro para ter a reactividade cruzada contra diversos antígenos SARS-CoV-2, incluindo o domínio S2, proteína completo do ponto, nucleocapsid. Contudo, nenhuma reactividade cruzada contra domínios obrigatórios do receptor (RBDs) da proteína viral do ponto foi observada. Além, estas amostras do soro mostraram a reactividade cruzada aleatória contra todos os tipos de coronaviruses comuns. Destas observações, os cientistas concluíram que a imunidade se tornou na reactividade não específica da mostra da era do pre-COVID somente aos antígenos SARS-CoV-2.

Para uma verificação mais adicional, os cientistas verificaram a reactividade das formulações intravenosas terapêuticas de G (IgG) da imunoglobulina, que eram manufacturados antes da pandemia COVID-19. Estas formulações intravenosas, que são compor das moléculas de IgG isoladas de 10.000 associaram amostras do plasma de indivíduos saudáveis, são esperadas fornecer a informação valiosa sobre resposta imune adaptável pre-existente da população geral.

Usando três grupos diferentes de formulações intravenosas, os cientistas observaram a reactividade significativamente alta de IgG contra todos os tipos de coronaviruses comuns e a reactividade detectável de IgG contra os antígenos SARS-CoV-2 diferentes, incluindo a proteína completo do ponto e o domínio S2. Contudo, nenhuma reactividade contra o nucleocapsid foi observada. Destas observações, os cientistas concluíram que a imunidade adaptável se tornou antes que a pandemia COVID-19 mostre geralmente a reactividade cruzada contra os antígenos SARS-CoV-2 na população geral.

Determinando o bidirectionality da reactividade cruzada

Para determinar se os anticorpos desenvolvidos contra SARS-CoV-2 podem reagir a SARS-CoV-2 e aos antígenos comuns do coronavirus, os cientistas analisaram a reactividade de IgG das amostras do soro recolhidas de oito pacientes COVID-19 severamente afetados contra antígenos de SARS-CoV-2 e de coronaviruses comuns. Os cientistas observaram um aumento em titers do anticorpo (IgG) contra SARS-CoV-2 e beta antígenos do coronavirus. Porque os pacientes testaram o positivo somente para SARS-CoV-2 e não para outros coronaviruses, os cientistas acreditaram que estas respostas de IgG contra o beta coronavirus são possivelmente um resultado da reactividade cruzada.

Os cientistas igualmente observaram que as amostras adiantadas do soro recolhidas dos pacientes eram reactivas ao beta coronavirus; também, as amostras do soro de dois pacientes eram reactivas ao coronavirus alfa. Todas estas respostas imunes ocorreram mesmo antes da aparência dos anticorpos contra SARS-CoV-2. Destas observações, os cientistas acreditaram que isso imunidade se tornar contra a infecção comum do coronavirus não pode proteger indivíduos de desenvolver COVID-19. Sua suposição foi estabelecida mais por uma série in vitro de ensaios que mostram que as amostras do soro do pre-COVID sem níveis detectáveis de anti-RBD anticorpos não neutralizaram SARS-CoV-2. Similarmente, formulações intravenosas de IgG preparadas antes que a pandemia SARS-CoV-2 não mostrar nenhuns efeitos de neutralização.

Tomados junto, os cientistas propor que embora a reactividade cruzada acontecesse entre SARS-CoV-2 e coronaviruses comuns, cruz-protecção contra SARS-CoV-2 podem ser conseguidos somente dos anticorpos desenvolvidos contra SARS-CoV-2. A falta da cruz-protecção pode ser devido a não ter a similaridade estrutural entre RBDs de SARS-CoV-2 e coronaviruses comuns. A homologia estrutural entre os domínios S2 de SARS-CoV-2 e coronaviruses comuns é responsável para a reactividade cruzada, mas não fornece a cruz-protecção.

Uma outra observação importante feita pelos cientistas é que as formulações intravenosas de IgG desenvolvidas antes que a pandemia SARS-CoV-2 não impeça da capacidade de neutralização do soro paciente-derivado IgG contra SARS-CoV-2. Esta observação indica que os povos que recuperaram da infecção SARS-CoV-2 não devem ser excluídos como doadores para preparar a formulação intravenosa de IgG durante a pandemia COVID-19. Contudo, uma coisa crucial a ser tomada na consideração é que as amostras de IgG do soro destes doadores não devem amplificar a infecção em vez da anular (actividade dependendo dos anticorpos do realce SARS-CoV-2).

Porque ainda não se estabelece se as amostras do plasma obtidas dos povos recuperados de COVID-19 são eficazes em tratar pacientes contaminados SARS-CoV-2, os cientistas acreditaram que as formulações intravenosas de IgG desenvolvidas durante a pandemia COVID-19 não estão supor para jogar nenhuns papéis terapêuticos. Contudo, estas formulações podem ter efeitos profilácticos contra a infecção SARS-CoV-2.

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Sanchari Sinha Dutta

Written by

Dr. Sanchari Sinha Dutta

Dr. Sanchari Sinha Dutta is a science communicator who believes in spreading the power of science in every corner of the world. She has a Bachelor of Science (B.Sc.) degree and a Master's of Science (M.Sc.) in biology and human physiology. Following her Master's degree, Sanchari went on to study a Ph.D. in human physiology. She has authored more than 10 original research articles, all of which have been published in world renowned international journals.

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