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A causa de Cannabinoids muda no cérebro que aquela conduz às deficiências na interacção social

O sistema nervoso compreende os neurônios e pilhas glial (o glia significa a “colagem”). Os Astrocytes são os mais abundantes entre as pilhas glial. Entre muitas outras funções empreendem capturar a glicose do córrego do sangue para fornecer a energia e permitir que a actividade neuronal necessária ocorra, e asseguram-se de assim que as funções cognitivas estejam executadas correctamente.

Os neurônios para sua actividade do astrocyte do controle da parte por meio das moléculas apresentam nos astrocytes, que incluem o tipo - receptors de 1 cannabinoid (CB1). Contudo, estes receptors, que igualmente modulam uma comunicação entre os astrocytes e os neurônios, constituem o alvo principal do componente psychoactive do cannabis, conhecido como o ∆ de THC (delta-9-tetrahydrocannabinol).

Que acontece quando THC actua nos astrocytes? A pesquisa, em que o grupo do Dr. Pedro Grandes' participou, conclui que a activação dos receptors do cannabinoid CB1 nas mitocôndria (organelles da pilha responsáveis para produzir a energia) de astrocytes dos ratos impede do metabolismo da glicose e da produção de lactato no cérebro; isto altera a função neuronal e condu-la a uma deterioração em comportamentos sociais da interacção.

A activação destes receptors faz com que os astrocytes gerem menos espécie reactiva do oxigênio, que tem um efeito negativo na produção da glicose do lactato que conduz ao esforço neuronal e a uma falta da interacção social. O que faz esta pesquisa significativa é não somente a identificação desta deficiência, que pode ser invertida com genético e manipulação farmacológica destes moleculars e as mudanças bioquímicas causadas pelo tratamento do cannabinoid, mas igualmente sua contribuição para o conhecimento em relação às mudanças causadas pelo cannabis no cérebro”.

Dr. Pedro Grandes

Os seguintes povos participaram neste estudo: Nagore Puente e Itziar Bonilla, Svein Achicallende e Pedro Grandes do departamento das neurociência da faculdade de medicina e de cuidados no UPV/EHU-University do país Basque e do centro Basque de Achucarro para a neurociência; trabalharam ao lado de uma equipe multidisciplinar internacional conduzida pelos pesquisadores Juan P. Bolaños (universidade de Salamanca) e Giovanni Marsicano (NeuroCentre Magendie de Bordéus, universidade do Bordéus) com os pesquisadores da universidade de Complutense do Madri, da universidade de Poitiers e da universidade Paris-Saclay (França), do Université de Moncton e da universidade de Victoria (Canadá), da universidade de Lausana (Suíça) e do centro médico da universidade, Mainz (Alemanha), entre outros centros e hospitais.

A colaboração entre o grupo de investigação do Dr. Pedro Grandes' e a equipe conduziu pelo Dr. Giovanni Marsicano da universidade do Bordéus despejada ser crucial em demonstrar, pela primeira vez, a presença dos receptors CB1 nas mitocôndria do neurônio, cuja a activação reduz a actividade mitocondrial que conduz à perda de memória.

Os resultados destes estudos foram publicados em 2012 na neurociência da natureza e em 2016 na natureza. Contudo, “que permanece ser feito é encontrar a função dos receptors CB1 posicionados nas mitocôndria do astrocyte, e se encontra nisso o significado deste encontrar novo, que igualmente constitui a continuidade na linha transfronteiriça de pesquisa e de cooperação”, Dr. explicado Grandes.

Source:
Journal reference:

Jimenez-Blasco, D., et al. (2020) Glucose metabolism links astroglial mitochondria to cannabinoid effects. Nature. doi.org/10.1038/s41586-020-2470-y.