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As ajudas Mendelian do randomization avaliam o impacto de proteínas de circulação em COVID-19

Desde sua emergência em dezembro de 2019, em Wuhan, China, a doença 2019 do coronavirus (COVID-19), causada pela infecção com coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), conduziu a mais de 1 milhão mortes no mundo inteiro.

COVID-19 é uma pandemia raging que afecte todas as caminhadas da vida humana. Contudo, até agora, há as terapias não específicas e eficazes que podem reduzir a morbosidade e a mortalidade desta infecção SARS-CoV-2.

Quando as vacinas estiverem em sua maneira, os alvos validados são necessários explorar mais soluções terapêuticas para COVID-19. Um tal alvo validado é as proteínas de circulação.

Combinando a informação da genética humana e dos milhares de proteínas de circulação, a probabilidade de uma arena acelerada das terapias COVID-19 melhora significativamente.

Sirui Zhou e outros, em um papel recente da pré-impressão do medRxiv*, identifica as proteínas de circulação que influenciam a susceptibilidade COVID-19 e a severidade empregando um estudo Mendelian do randomization da dois-amostra (MR) em grande escala. É um desafio para deslindar o relacionamento causal entre proteínas de circulação e susceptibilidade COVID-19 ou severidade.

Sumário da evidência que apoia um papel para OAS1 nos resultados COVID-19
Sumário da evidência que apoia um papel para OAS1 nos resultados COVID-19

Este projecto do estudo faz a varredura ràpida de centenas de proteínas de circulação e reduz toda a polarização que puder elevarar devido à causa confundindo e reversa.

As variáveis da confusão obscurecem o efeito real do `' de uma exposição no resultado. Confundir acontece quando a proteína de circulação e COVID-19 compartilham de uma causa comum. A causa reversa é quando a relação do exposição-resultado é inclinado devido a outros factores ambientais, conduzindo a um resultado inesperado que interfira ou mascare o resultado real. Aqui, a causa reversa ocorre quando COVID-19 próprio influencia o nível de uma proteína de circulação.

Para endereçar tais limitações, os pesquisadores usam o randomization Mendelian (MR) - um método genético da epidemiologia que use variações genéticas como variáveis instrumentais, para testar o efeito de uma exposição (a proteína nivela neste estudo) em um resultado (aqui resultados COVID-19). Enquanto os genótipo são atribuídos aleatòria na concepção e antes do início da doença, o SR. estudos não está afectado pela causa reversa.

Contudo, o SR. método tem três suposições do núcleo: 1) as variações genéticas devem ser associadas com a exposição do interesse, 2) não afectam o resultado, exceto com a exposição do interesse (isto é, uma falta da pleiotropia horizontal), e 3) não associam com os aspectos obscuros do relacionamento do exposição-resultado.

Os pesquisadores identificaram as causas determinantes genéticas de níveis de circulação da proteína no nível em grande escala GWASs da proteína (estudos genoma-largos da associação). Seleccionaram então o SNPs (únicos polimorfismo do nucleotide) associado com as proteínas de circulação, que eram proximal a seus genes codificados (cis-pQTLs).

Avaliaram se estes genes foram associados com os resultados COVID-19 nos resultados GWASs da iniciativa COVID-19 da genética do anfitrião de ICDA (https://www.covid19hg.org/results/), e empreendeu então o SR. análises calcular o efeito do nível de circulação da proteína dos resultados COVID-19.

Neste estudo, as análises de sensibilidade múltiplas foram conduzidas para sondar o SR. suposições. Os resultados obtidos eram consistentes por toda parte. O estudo avaliou 955 proteínas para três resultados COVID-19 em ~17.600 casos e em 1,3 milhão controles.

A evidência mostrada aumentou os níveis de OAS1 e de IL 10RB associados fortemente com a susceptibilidade COVID-19 reduzida e os resultados severos. Neste contexto, os pesquisadores indicam que as terapias que ativam OAS1 podem ser consideradas para reposicionar para os melhores tratamentos COVID-19.

Quando a revelação da droga de novo tomará o tempo, compreender as proteínas de circulação permitirá melhores terapias pacientes.

O estudo empreendido da etiologia de proteínas de circulação na infecção COVID-19 é um objetivo desafiante porque, nesses casos, a infecção própria causa mudanças nas proteínas de circulação.

Em conclusão, os pesquisadores encontraram a evidência significativa que OAS1 tem um efeito protector na susceptibilidade COVID-19 e na severidade. Baseado neste resultado, os pesquisadores sugerem explorar os inibidores beta-1b e PDE12 da interferona, que são sabidos para aumentar os níveis OAS1 e para compreender mais o papel nos resultados COVID-19.

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
  • Circulating Proteins Influencing COVID-19 Susceptibility and Severity: a Mendelian Randomization Study, Sirui Zhou, Guillaume Butler-Laporte, Tomoko Nakanishi, David Morrison, Jonathan Afilalo, Marc Afilalo, Nofar Kimchi, Zaman Afrasiabi, Nardin Rezk, Meriem Bouab, Charlotte Guzman, Louis Petitjean, Xioaqing Xue, Christos Tselios, Branka Vulesevic, Yiheng Chen, Vincent Mooser, Vincenzo Forgetta, Daniel Kaufmann, Brent Richards, medRxiv 2020.10.13.20212092; doi: https://doi.org/10.1101/2020.10.13.20212092, https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.10.13.20212092v1  
Dr. Ramya Dwivedi

Written by

Dr. Ramya Dwivedi

Ramya has a Ph.D. in Biotechnology from the National Chemical Laboratories (CSIR-NCL), in Pune. Her work consisted of functionalizing nanoparticles with different molecules of biological interest, studying the reaction system and establishing useful applications.

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