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Tocilizumab não afecta resultados da doença COVID-19 na experimentação de Boston

Os Estados Unidos continuam a situar até agora na parte superior da lista de países os mais afectados pela pandemia do coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) com sobre os 8,6 milhão coronavirus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 caixas (SARS-CoV-2) e sobre 225.000 mortes da doença COVID-19.  No pico da pandemia até agora, mais de 1.000 americanos morreram de COVID-19 cada dia.

Os estudos múltiplos mostraram que a infecção SARS-CoV-2 pode causar uma vasta gama de sintomas que partem de assintomático à doença suave ou severa nos seres humanos que podem mesmo exigir a ventilação mecânica nos piores casos.

Em alguns pacientes, a infecção SARS-CoV-2 conduz à falha respiratória hypoxemic causada por uma resposta inflamatório severa chamada do “uma tempestade cytokine.” Os pacientes nesta fase são mostrados para ter os marcadores inflamatórios significativamente anormais, incluindo níveis elevados do soro interleukin-6 (IL-6), ferritin, e a proteína C-reactiva. Desde que os níveis altos do soro IL-6 são associados com a carga SARS-CoV-2 viral alta e a doença severa que conduzem à morte, sups-se que esta cascata inflamatório pôde ser interrompida pelo bloqueio do receptor IL-6. Contudo, a eficácia do bloqueio do receptor (IL-6) nos pacientes COVID-19 hospitalizados que não recebem a ventilação mecânica não é clara.

Ilustração de Cytokines 3d. Crédito de imagem: Sciencepics
Ilustração de Cytokines 3d. Crédito de imagem: Sciencepics

Uma experimentação randomized para determinar os efeitos do bloqueio do receptor IL-6 na progressão COVID-19

Os pesquisadores dos vários hospitais de Massachusetts executaram a experimentação de Tocilizumab do louro do consórcio da área COVID-19 de Boston (BACC) usando o tocilizumab administrado cedo no curso da doença para determinar se o bloqueio adiantado do receptor IL-6 limita a progressão de COVID-19 à falha ou à morte respiratória hypoxemic. Seu trabalho é publicado em New England Journal prestigioso da medicina.

Os autores executaram uma experimentação randomized, dobro-cega, placebo-controlada nos pacientes com a infecção SARS-CoV-2, que mostrou sinais hyperinflammatory e teve pelo menos 2 dos seguintes sintomas: febre (>38°C), não podem manter a saturação >92% do oxigênio sem oxigênio suplementar, ou pulmonar infiltra.

Os pacientes receberam o cuidado padrão e uma única dose de 8 magnésio/quilograma do peso corporal do tocilizumab ou de placebo. O resultado preliminar era intubação ou morte e foi avaliado em uma análise do tempo-à-evento. Os resultados secundários eram agravamento clínico e descontinuação do oxigênio suplementar, ambos os determinados por análises do tempo-à-evento.

O grupo de Tocilizumab teve menos infecções sérias comparadas ao grupo do placebo

O estudo teve 243 pacientes, fora de que 102 (42%) eram mulheres, e 141 (58%) era homens. A idade mediana dos participantes era 59,8 anos (escala - 21,7 a 85,4), e 45% da coorte do estudo eram latino-americano ou Latino. A relação do perigo para a intubação ou a morte nos pacientes que receberam o tocilizumab compararam com as aquelas que receberam um placebo eram 0,83 (intervalo de confiança de 95% [CI], 0,38 a 1,81; P = 0,64). A relação do perigo para o agravamento da doença era 1,11 (CI de 95%, 0,59 a 2,10; P = 0,73).

Dezoito por cento dos pacientes no grupo do tocilizumab e nos 14,9% dos participantes no grupo do placebo experimentaram a doença que agrava-se em 14 dias. O tempo mediano à descontinuação do oxigênio suplementar era 5 dias (CI de 95%, 3,8 a 7,6) nos pacientes que receberam o tocilizumab e 4,9 dias (CI de 95%, 3,8 a 7,8) nos pacientes que receberam o placebo (P=0.69). 24,6% dos pacientes no grupo do tocilizumab e 21,2% no grupo do placebo ainda recebiam o oxigênio suplementar em 14 dias. Os pacientes no tocilizumab tiveram menos infecções sérias comparadas aos pacientes que receberam um placebo.

“Embora o tocilizumab não mostrou a eficácia nesta experimentação, a droga não foi associada com os efeitos tóxicos de primeira qualidade excessivos nesta população, que foi caracterizada por circunstâncias de coexistência múltiplas.”

Tocilizumab nao eficaz em afetar os resultados COVID-19 clínicos

Os resultados do estudo mostraram que o tocilizumab não era eficaz em impedir a intubação ou a morte nos pacientes que eram moderada doentes e hospitalizados com COVID-19. Contudo, como os intervalos de confiança para comparações da eficácia eram largos, a possibilidade de tratamento do tocilizumab que causa algum benefício ou dano em alguns pacientes não pode inteiramente ser ordenada para fora.

Estes resultados não concordam com os resultados das experimentações múltiplas da aberto-etiqueta, que sugeriram que o bloqueio do receptor IL-6 pudesse jogar um papel significativo em impedir a doença severa nos pacientes COVID-19. Os autores dizem que embora não haja nenhuma explicação clara para a falha do tocilizumab afectar resultados da doença em seu estudo, é possível que os pacientes com características demográficas diferentes de essas visadas por esta experimentação podem ainda tirar proveito do bloqueio do receptor IL-6.

“Nossos resultados estão em contraste com aqueles de experimentações múltiplas da aberto-etiqueta e de séries nonrandomized do caso, algumas de que sugeriram que o bloqueio do receptor interleukin-6 tenha um efeito positivo substancial em pacientes com COVID-19.”

Journal reference:
Susha Cheriyedath

Written by

Susha Cheriyedath

Susha has a Bachelor of Science (B.Sc.) degree in Chemistry and Master of Science (M.Sc) degree in Biochemistry from the University of Calicut, India. She always had a keen interest in medical and health science. As part of her masters degree, she specialized in Biochemistry, with an emphasis on Microbiology, Physiology, Biotechnology, and Nutrition. In her spare time, she loves to cook up a storm in the kitchen with her super-messy baking experiments.

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