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O estudo encontra o diabetes epidémico entre a comunidade nativa de Xavante em Brasil central

O Xavante, uma das comunidades nativas as mais vulneráveis a SARS-CoV-2 em Brasil, está sofrendo de uma epidemia do diabetes, uma doença “silenciosa” considerou um factor de risco para COVID-19 severo.

Um grupo de pesquisadores afiliado com a universidade federal da Faculdade de Medicina de São Paulo (EPM-UNIFESP) e a universidade da Faculdade de Medicina do Ribeirão Preto de São Paulo (FMRP-USP) examinou as retinas de 157 indivíduos antes da pandemia COVID-19 e encontrou uma predominância alta do tipo - 2 desordens do diabetes e do olho causadas pela doença.

O estudo foi apoiado pela fundação de pesquisa de São Paulo - FAPESP (https://bv.fapesp.br/en/auxilios/28693), e os resultados é publicado (https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0168822720306331) na pesquisa do diabetes e na prática clínica, o jornal oficial da federação internacional do diabetes.

“Noventa-cinco dos 157 Xavante que nós examinamos [60,5%] fomos diagnosticados com diabetes,” Fernando Korn Malerbi (https://bv.fapesp.br/en/pesquisador/47115/fernando-korn-malerbi), um pesquisador pos-doctoral no departamento de oftalmologia de EPM-UNIFESP e o primeiro autor do artigo publicaram no estudo.

De acordo com Malerbi, o diabetes pode causar problemas da ocular tais como o retinopathy. O retinopathy do diabético torna-se quando o açúcar no sangue alto nivela vasos sanguíneos de dano na retina, conduzindo à perda da visão se saido não tratado.

Para diagnosticar caixas do retinopathy do diabético e de outras desordens possíveis do olho, os pesquisadores examinaram membros da comunidade de Xavante no Volta grandioso e de reservas de São Marcos no estado de Mato Grosso na região do Centro-Oeste de Brasil. Usaram um sistema retina Smartphone-controlado da fotografia desenvolvido pelas tecnologias de Phelcom (https://phelcom.com.br/en/company/) através de um projecto (https://bv.fapesp.br/en/auxilios/105359) apoiado pela pesquisa inovativa de FAPESP no programa da empresa de pequeno porte (TUBULAÇÃO (https://bv.fapesp.br/en/3/)).

Chamou o Eyer, o retinograph handheld é um dispositivo óptico que produzisse imagens precisas da retina para detectar distante mais barata a doença do para trás---olho (fundo) no métodos do que convencionais. Além, tem a vantagem de ser útil para o diagnóstico remoto por um oftalmologista através da telemedicina.

O dispositivo óptico é conectado a um smartphone. Ilumina-se acima e imagens a retina, e uma aplicação de software especialmente escrita envia as imagens sobre o Internet à nuvem de Eyer, que armazena e controla limas pacientes.

Na ausência de Wi-Fi ou uma rede 3G ou 4G, as imagens estão armazenadas no smartphone e enviadas à nuvem quando uma conexão a internet de faixa larga se torna disponível (lido mais em: agencia.fapesp.br/30784 (https://agencia.fapesp.br/portable-device-can-be-used-to-diagnose-eye-disease-remotely/30784/)).

Malerbi examinou pessoal os voluntários de Xavante e deu-lhes prontamente seu diagnóstico. “Quando dano retina que sugere um risco de cegueira foi observado através do retinograph handheld, nós informado os assuntos através de um intérprete e referimos-lhes o serviço sanitário nativo local para a continuação e tratamento,” disse.

Dos 95 indivíduos com diabetes que se submeteu ao protocolo completo da imagem lactente da ocular, 23 (24,2%) tiveram imagens ungradable devido aos opacities catarata-causados dos media que impossibilitaram a avaliação do retinopathy pelo menos em um olho.

As imagens dos 72 assuntos permanecendo (75,8%) eram boas bastante para que o retinopathy do diabético seja detectado. Os pesquisadores encontraram que 16 tiveram a doença, e era severa bastante vista-ameaçar em sete.

Nós mostramos que selecionar para o retinopathy do diabético com um retinograph portátil é praticável e economicamente viável porque a tecnologia é barata e pode ser usada nas comunidades remotas tais como as reservas indígenas, onde a população é dispersada geralmente em diversas vilas.”

Fernando Korn Malerbi, pesquisador pos-doctoral, departamento de oftalmologia, EPM-UNIFESP

Saúde de deterioração

Um estudo precedente de problemas do olho entre o Xavante relatou uma predominância do retinopathy do diabético de 19,3% nos mesmos lugar. O de mais alto nível da predominância encontrada nesta o estudo o mais atrasado pode ser devido à qualidade superior das imagens da câmera retina comparadas com o método indirecto da oftalmoscopia usado no estudo mais adiantado.

Uma outra hipótese é que a saúde desta população nativa - um do maiores em Brasil, compreendendo uns 17.000 indianos que vivem em nove reservas - se deteriorou nos anos de intervenção, os pesquisadores surmised.

Um estudo precedente mostrou que 66,1% de 932 membros da comunidade de Xavante tiveram a síndrome metabólica, definida porque uma circunstância em que os factores de risco para a doença cardiovascular e o diabetes mellitus ocorrem no mesmo indivíduo.

Para os pesquisadores, as mudanças refletidas situação na saúde perfilam e fazem dieta nas últimas décadas, especialmente o consumo de alimentos industrializados e vida sedentariamente (lida mais em: agencia.fapesp.br/22624 (https://agencia.fapesp.br/two-thirds-of-an-indigenous-community-have-metabolic-syndrome-and-are-obese/22624/)).

“O Xavante era tradicional caçador-recolectores mas tornou-se mais sedentariamente. Igualmente mudaram sua dieta nas últimas décadas, consumindo gêneros alimentícios novos com índice alto do açúcar,” Malerbi disse.

Além do Xavante, os pesquisadores igualmente examinaram as retinas de 33 Bororo - uma outra comunidade posta em perigo por COVID-19 e pelos incêndios do arbusto que destruíram muito do Pantanal este ano. Sete Bororo foram encontrados para ter o diabetes. Um destes foi diagnosticado com retinopathy severo do diabético e referiu um serviço sanitário para o tratamento.

Source:
Journal reference:

Malerbi, F.K., et al. (2020) The feasibility of smartphone based retinal photography for diabetic retinopathy screening among Brazilian Xavante Indians. Diabetes Research and Clinical Practice. doi.org/10.1016/j.diabres.2020.108380.