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Um tempo mais longo das mostras novas do estudo aumenta em casa beber de frenesi

Beber prejudicial entre adultos aumenta mais por muito tempo gastam em casa no lockdown, de acordo com um estudo publicado no jornal americano par-revisto do abuso de droga e de álcool.

A pesquisa, com base em uma avaliação de quase 2.000 over-18s nos E.U., é a primeira para destacar nacionalmente o relacionamento entre beber e esforços perigosos da vida provocados pela pandemia COVID-19 e pelos “lockdowns associados”.

Os resultados mostram que as probabilidades do consumo pesado do álcool entre os bebedores de frenesi - aqueles que, dentro de duas horas, consumiram cinco ou mais bebidas para homens e quatro e acima para mulheres - aumentaram um 19% extra para cada semana do lockdown. As probabilidades do macacão aumentado da entrada do álcool para bebedores de frenesi eram mais do que o dobro aquela dos povos que não beberam excessivamente (60% contra 28%), especialmente aquelas com depressão ou uma história da doença.

Realizado por peritos na escola do centro da ciência da saúde da Universidade do Texas da saúde pública, em Dallas, o estudo igualmente destaca aquele:

  • Durante a pandemia, os bebedores de frenesi na média beberam quatro bebidas pela ocasião, comparada a duas bebidas entre bebedores do não-frenesi.
  • Os participantes que beberam a níveis prejudiciais durante a pandemia consumiriam um máximo de sete bebidas em uma ocasião. Isto é comparado a um máximo de dois pela sessão durante a pandemia para aquelas que não fizeram.
  • Viver com as crianças no lockdown reduziu mìnima as probabilidades (por 26%) do giro para a garrafa para povos geralmente.

Os pesquisadores estão chamando agora para estratégias novas da intervenção e da prevenção para povos no isolamento em risco de beber perigoso. Se não, dizem que poderia haver umas conseqüências duradouros da saúde.

O tempo aumentado passado em casa é um factor de força da vida que beber dos impactos e a pandemia Covid-19 possam ter agravado este esforço.”

Sitara Weerakoon, candidato do PhD, Universidade do Texas

“A pesquisa futura deve considerar o potencial para os sintomas depressivos que actuam como um monitor (um factor que mude o impacto) na relação entre o tempo passado sob um mandato do abrigo-em-lugar (lockdown) e beber de frenesi. “A pesquisa adicional é (também) necessário desenvolver o melhor tratamento para povos com desordens do uso da substância que podem ser mais suscetíveis aos resultados adversos da saúde.”

O alvo do estudo era identificar uma relação entre o esforço de COVID-19-related fatora e muda no consumo do álcool e em beber de frenesi desde que a pandemia começou.

Os dados eram de uma avaliação em linha terminada por 1.982 adultos desde meados de março ao meados de abril, que coincidiu com o primeiro pedido caseiro nacional dos E.U. o 19 de março. A idade média dos participantes era 42 e a maioria era branca (89%) e a fêmea (69%).

Baseado em respostas da avaliação, os pesquisadores categorizaram participantes como bebedores de frenesi, bebedores do não-frenesi e não-bebedores. Entre os factores analisados era a duração gastada no lockdown, quantos adultos ou crianças eles viviam com, episódios actuais ou precedentes da depressão, e estado do trabalho relativo ao lockdown tal como o pagamento diminuído.

Em média, cada respondente tinha estado no lockdown por quatro semanas, e tinha passado 21 horas um o dia em casa, com a maioria (72%) que não sae para o trabalho. Total, quase um terço (32%) dos participantes relatou beber de frenesi durante a pandemia com os bebedores de frenesi que aumentam sua entrada. Contudo, os bebedores do não-frenesi consumiram uma quantidade mais ou menos idêntica de álcool do que antes do lockdown.

As limitações do estudo incluem os dados da avaliação queestão sendo relatados, e o facto a pergunta em frenesi-beber não especificou uma época dentro de que o álcool foi consumido. Além, a maioria (70%) dos participantes era adquiridores relativamente altos, um factor já associado com o uso perigoso do álcool. Os autores dizem que a pesquisa futura é necessário em uma população “mais que se pode generalizar”.

Source:
Journal reference:

Weerakoon, S.M., et al. (2020) Longer time spent at home during COVID-19 pandemic is associated with binge drinking among US adults. The American Journal of Drug and Alcohol Abuse. doi.org/10.1080/00952990.2020.1832508.