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A vacina de J&J SARS-CoV-2 mostra a imunidade em primatas não-humanos 6 meses após a vacinação

Como a pandemia da doença 2019 do coronavirus (COVID-19), causada pelo coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), continua em seu curso mortal, as vacinas COVID-19 as mais adiantadas a ganhar a aprovação do uso da emergência dos E.U. Food and Drug Administration (FDA) foram distribuídos em diversos países. Contudo, não há nenhuma maneira de dizer precisamente quanto tempo a imunidade resultante dura, ou mesmo que porcentagem dos povos será imunizada com sucesso depois da vacinação.

Um artigo de investigação novo da pré-impressão liberado no server do bioRxiv* discute os resultados de um modelo que avalie a associação entre a imunogenicidade e a protecção confira por um grupo do vírus adenóide (Ad26) - as vacinas vectored que proteína estabilizada expressa do ponto SARS-CoV-2. Estes pesquisadores tinham relatado já estas características no que diz respeito aos vários candidatos vacinais de Ad26-based nos macaques do rhesus, em conseqüência de que Ad26.COV2.S foi seleccionado como o mais prometedor para a revelação do chumbo.

Alvo do estudo

A fim compreender o valor com carácter de previsão de marcadores imunológicos em calcular a duração da imunidade contra o vírus nos macaques, os pesquisadores mediram a carga viral, supor que a protecção correlacionaria com as cargas virais indetectáveis.

A análise cobriu todos os candidatos vacinais de Ad26-based que supor que induziriam o mesmo tipo de resposta imune. Em uns estudos mais adiantados, a imunogenicidade SARS-CoV-2 da proteína do ponto (s) foi relatada, usando dois testes, o ensaio da neutralização de Pseudovirion (PsVNA) e ensaios absorventes imunes enzima-ligados do ponto (ELISpot), para a imunidade humoral e comunicada pelas células, respectivamente, em quatro semanas da vacinação.

O estudo actual relata os resultados de um ensaio enzima-ligado da imunoabsorção (ELISA) para o antígeno do ponto. O teste usado é comparável àquele usado para avaliar a imunogenicidade nos seres humanos.

Resultados do estudo

Os pesquisadores calcularam a probabilidade média da protecção contra o vírus em termos de mRNA subgenomic (sgRNA) abaixo do limite de detecção (LOD), a cada nível de vários componentes da reacção imune. Encontraram que quando havia uns titers de neutralização altos do anticorpo a SARS-CoV-2, réplica viral no pulmão e no nariz foram impedidos mais eficazmente para todos os candidatos vacinais assim como para Ad26.CoV2.S por si só.

Poucos animais vacinados com os candidatos de Ad26.CoV2.S foram contaminados muito em cima do desafio viral, e provavelmente, por este motivo, simplesmente o modelo logístico para todos os candidatos vacinais baseados em Ad.26 mostrou uma inclinação diferente de zero. O modelo baseado em Ad26.COV2.S podia discriminar o estado imune e não-imune com precisão ingualmente alta no pulmão e no nariz.

Igualmente observaram que com níveis mais altos de anticorpos obrigatórios do anti-ponto, o nível de protecção contra a réplica viral no pulmão e o nariz aumentaram. Contudo, somente os modelos baseados nas cargas virais no nariz têm uma inclinação significativa para Ad26.COV2.S assim como para todos os candidatos junto, porque o pulmão foi protegido completamente contra a infecção.

Estes modelos eram mais discriminatórios do que a protecção de predição relativa a dos modelos do combinar-candidato contra a réplica viral.

Os modelos baseados no ensaio de ELISA-S igualmente pareceram detectar mais sensìvel a antigenitura com cada candidato vacinal do que aqueles baseados no psVNA, mostrando mais diferenças marcadas entre os modelos.

A protecção durável contra SARS-CoV-2 nas vias aéreas mais baixas após a vacinação com Ad26.COV2.S é prevista ligando e neutralizando níveis do anticorpo.
A protecção durável contra SARS-CoV-2 nas vias aéreas mais baixas após a vacinação com Ad26.COV2.S é prevista ligando e neutralizando níveis do anticorpo.

Boa correlação da protecção do pulmão com os anticorpos obrigatórios e de neutralizações

Ambos os modelos, para anticorpos obrigatórios e de neutralizações, com base em Ad26.COV2.S, prevêem a protecção de 60% quando os níveis do anticorpo são apenas detectáveis.

As respostas imunes celulares para as vacinas combinadas não foram correlacionadas bem com o pulmão ou a protecção do nariz. Quando examinado para o Ad26.COV2.S apenas, o modelo para a protecção do pulmão apenas é discriminatório, mas nenhum dos outros modelos.

Os pesquisadores validaram estes resultados em macaques vacinados do rhesus. Os regimes vacinais de Ad26.COV2.S usados eram uma dose, duas doses quatro semanas distante, e duas doses oito semanas distante. O desafio viral através da administração intranasal e intratracheal ocorreu em 26 semanas da primeira dose.

Os investigador avaliaram somente anticorpos obrigatórios e de neutralizações como correlacionam para a protecção em seis meses da primeira dose. Observou-se que os macaques vacinados Ad26.COV2.S estiveram protegidos fortemente contra a réplica viral no pulmão, com os somente 3 de 28 macaques que mostram a infecção limitada da descoberta. Isto foi visto em todos os grupos.

Contudo, a maioria de animais continuaram a derramar o vírus no nariz após a vacinação, com a duração a mais prolongada do derramamento estando no grupo do quatro-semana-intervalo da dois-dose. O grupo que recebeu duas doses em um intervalo de oito-semana teve a mais baixa carga viral máxima.

Que são as implicações?

Os pesquisadores observaram que as probabilidades previstas e observadas da protecção no pulmão concordaram bem, com o emperramento e os anticorpos de neutralização à proteína do ponto, com os regimes da um-dose. A precisão comparàvel alta da previsão é observada para os regimes da dois-dose também.

Assim, “as previsões baseadas em anticorpos obrigatórios e de neutralizações mostram uma correspondência notável à proporção observada da protecção no pulmão, indicando que as correlações potenciais da protecção identificadas cedo depois que a vacinação pode ser usada para prever a protecção durável contra a infecção das vias aéreas mais baixas em macaques do rhesus.”

O acordo é menos robusto quando se trata da protecção no nariz, a níveis previstos de protecção de 50% e de 75% baseada em níveis obrigatórios e de neutralizações do anticorpo, respectivamente, mas de protecção observada em somente 14%. Isto pode indicar que os níveis sistemáticos do anticorpo estão associados com a protecção no nariz na fase adiantada de infecção mas não negocia a protecção neste local ela mesma.

Os pesquisadores concluem que uma ou dois doses deste candidato vacinal protegem macaques do rhesus contra a réplica viral nos pulmões dos macaques. Isto poderia correlacionar com a imunidade a longo prazo nos seres humanos depois da vacinação, com uma resposta anamnestic que é provável que aumentaria a imunidade ainda mais. De facto, os estudos adiantados nos seres humanos mostram uma eficácia de 85%, mais adicional confirmando o serviço público do modelo do macaque para prever a eficácia das vacinas COVID-19.

Com continuação mais longa, a extensão a que macaque-baseou as previsões são em harmonia com observações da imunidade nos seres humanos poderiam permitir que a duração da imunidade protectora nos seres humanos seja prevista dos dados da imunogenicidade. Isto será da importância especial nos próximos dias quando os receptores do placebo podem já não ser continuados porque se transformarão parte do grupo destinatário vacinal.

Observação *Important

o bioRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Liji Thomas

Written by

Dr. Liji Thomas

Dr. Liji Thomas is an OB-GYN, who graduated from the Government Medical College, University of Calicut, Kerala, in 2001. Liji practiced as a full-time consultant in obstetrics/gynecology in a private hospital for a few years following her graduation. She has counseled hundreds of patients facing issues from pregnancy-related problems and infertility, and has been in charge of over 2,000 deliveries, striving always to achieve a normal delivery rather than operative.

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