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A nova ferramenta permite o estudo do espectro do mutante SARS-CoV-2 ultrasequencing

O genoma SARS-CoV-2 é três vezes maior do que o genoma da gripe. Ambos consistem nas moléculas do NRA que se transformam quando replicate. É essencial conhecer seu espectro do mutante, ou seja seu “toma as impressões digitais”, para conseguir um tratamento apropriado que reduza sua infectividade - a capacidade de micróbios patogénicos invadir organismos e causar infecções, desde que sua composição das variações poderia determinar como a infecção se tornaria em cada paciente.

Os pesquisadores da universidade de Malaga (UMA) poderão examinar a profundidade destes espectros por agradecimentos ultrasequencing genéticos das técnicas ao sistema que inovativo projectaram: “QuasiFlow”, uma ferramenta que permita a análise das variações actuais em cada paciente individualmente.

Nós estamos interessados em alcançar uma compreensão profunda da variabilidade genética do vírus para encontrar a melhor maneira de atacar, seu ponto fraco.”

Professor Ana Grandioso, departamento da biologia, da genética e da fisiologia celulares, UMA

O professor Ana Grandioso conduzirá um estudo no próximo ano, financiado pelo governo da Andaluzia, para intensificar a pesquisa em terapias rápidas novas da aplicação para COVID-19.

Terapia antivirosa nova

Particularmente, este pesquisador do UMA coordenará uma equipe multidisciplinar dos cientistas que testarão uma terapia antivirosa da combinação nova, que combine a estratégia da mutagênese e os inibidores letais assim chamados da correcção do ExoN e das actividades de MTase do coronavirus, a fim impedir que o vírus iluda a resposta imune inata.

“A ideia é aumentar a capacidade da mutação do vírus girá-lo contra o vírus, altera seu espectro do mutante de modo que perca sua infectividade”, diz Ana grandioso, que afirma que tem conseguido já esta em outros vírus do RNA, tais como o arenavírus lymphocytic do choriomeningitis ou o vírus da hepatite C, aplicando o nucleoside ou analogues baixos, similar às partes básicas de que os genomas são compo.

O perito esclarece que, esta vez, a combinarão com os peptides - moléculas compreendidas de alguns amino ácidos, projetado especificamente contra seu de “salto Achilles”, a enzima que corrige os erros que podem o limpar para fora, para fazer a mutagênese letal mais eficaz e para obter melhores resultados.

O cientista do UMA, que tem estudado este tipo de terapias nos vírus animais e de planta desde 1999, assegura que SARS-CoV-2 não é uma exceção, e que se tem mostrado já que é sensível a estas terapias da mutagênese.

Fases de pesquisa

Esta maneira, na primeira fase, que é já corrente, pesquisadores aplicará o software “QuasiFlow” do UMA para analisar o espectro do mutante das amostras do hospital da universidade de Victoria do la de Virgen de Malaga. Analisarão as amostras virais obtidas dos pacientes com casos clínicos diferentes, de assintomático aos casos severos, incluindo pacientes reinfected, a fim encontrar diferenças claras em seus espectros.

Esta primeira fase é conduzida pelos pesquisadores e pelos cientistas da bioinformática dos Claros do UMA Gonzalo, de Enrique Viguera, de Pedro Seoane, de Luis Díaz, de Josefa Gómez y Diego Lozano, assim como dos especialistas do hospital da universidade de Victoria do la de Virgen de Malaga Jesús Santos e de Isabel Viciana.

Após ter ultrasequencing e ter os espectros do mutante, Ugo Bastolla, pesquisador do centro para a biologia molecular “Severo Ochoa” (CBM) do Conselho de Pesquisa nacional espanhol (CSIC), realizado a fase de modelagem para identificar o melhor analogue para executar a mutagênese. Ana María Fernández e Gregorio Fernández, peritos em estruturas da proteína da universidade de Miguel Hernández de Elche, serão responsável de projetar os peptides.

“Estes cientistas projectarão uma terapia costurada baseada em arranjar em seqüência precedente do vírus”, esclarecem o pesquisador do UMA, que adiciona que esta realização é essencial conseguir tratamentos novos para combater COVID-19, que as estratégias diferentes devem ser estudadas porque “nós não podemos arriscar tudo em um lance” com este vírus.

A experimentação nas pilhas de anfitrião para testar a eficácia da combinação destas duas terapias constitui a fase final do estudo. Os pesquisadores terão um ano para conduzir a experimentação e o EUR 94.800 do fundo COVID-19 do governo da Andaluzia, para ser cobrado ao fundo do ERDF.