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O estudo identifica o alvo terapêutico potencial para o tratamento da doença de Huntington

A doença de Huntington é causada por uma mutação no gene de Huntingtin (HTT), que aparece nos adultos e as características viajam de automóvel, alterações cognitivas e psiquiátricas. A origem desta doença foi associada com o funcionamento anômalo da proteína transformada: o mHTT, mas os dados recentes mostrou a participação de outros mecanismos moleculars.

Um estudo novo conduzido pela universidade de Barcelona identificou um tipo de ácido ribonucléico (RNA) como um alvo terapêutico potencial para o tratamento da doença. Estes são o RNA pequeno, ou sRNAs, as moléculas que não codificam proteínas mas para ter funções importantes no regulamento da expressão genética. De acordo com o estudo, os sRNAs participariam na revelação da doença, os resultados que derramam a luz no projecto de drogas específicas novas para obstruir a actividade destas moléculas intermediárias que ajudam pesquisadores a compreender a informação nos genes.

O estudo, publicado na acta Neuropathologica do jornal, conta na participação de duas equipes do instituto das neurociência do UB, conduzidas pelos conferentes da faculdade de ciências Eulàlia Martí da medicina e da saúde, também do pesquisador no centro de pesquisa biomedicável da epidemiologia e dos trabalhos em rede da saúde pública (CIBERESP); e Esther Pérez-Navarro, também pesquisador no centro biomedicável dos trabalhos em rede da pesquisa nas doenças de Neurodegenerative (CIBERNED) e no pi de agosto mim instituto de investigação biomedicável de Sunyer (IDIBELL), o centro para o regulamento Genomic (CRG) e o centro médico Göttingen da universidade (Alemanha).

Uma técnica inovativa

O objetivo dos pesquisadores no estudo era compreender o potencial tóxico da série de sRNAs que são criados no cérebro dos pacientes com a doença de Huntington. Os pesquisadores notam que a identificação de mecanismos da toxicidade é importante compreender como a doença evolui e projectar as drogas do direito e as estratégias terapêuticas.

A fim resolver esta pergunta, os pesquisadores isolaram sRNAs do cérebro dos pacientes com Huntington e dos povos sem esta doença, para usá-los como um modelo comparativo. Então, administraram estas moléculas no cérebro de ratos normais e analisam-nas se os ratos desenvolveram as anomalias similares àquelas na doença humana.

Isto é a primeira vez que nós usamos uma injecção do RNA da humano-origem no cérebro dos ratos e esta estratégia inovativa nos permitiu de compreender independente a importância destas moléculas da proteína.”

Eulàlia Martí, centro de pesquisa biomedicável do pesquisador, da epidemiologia e dos trabalhos em rede da saúde pública, CIBERESP

Os resultados desta experiência mostram que os sRNAs nos pacientes com Huntington são bastante para causar uma patologia similar em ratos normais, que inclua do “as alterações motor, mudanças transcricionais similares àquelas observadas nos modelos humanos da doença e dos ratos, emprego específico do tipo neuronal o mais afectado durante a doença, perda neuronal e neuroinflammation”, dizem o pesquisador.

Nova perspectiva no papel dos sRNAs na doença

Estes resultados sugerem uma vista nova no papel dos tipos diferentes de sRNAs na progressão da doença. “Até agora, os pesquisadores mostraram que a proteína do mHTT e o RNA que a codificam e qual tem repetições de CAG, contribuem à neurotoxicidade. Contudo, os efeitos tóxicos relativos a RNAs com repetições de CAG não explicam determinadas alterações que são importantes dentro do contexto da patologia, por exemplo, do emprego neuronal específico ou das alterações transcricionais. Estes resultados - o pesquisador continua, mostra que os tipos diferentes de sRNAs criados nos cérebros dos pacientes seriam prováveis participar na patogénese”.

Neste sentido, o estudo mostra que os fragmentos derivados de RNAs, tRNA fragmentam (tRFs), é o tipo o mais alterado de sRNAs no cérebro dos pacientes com Huntington. O estudo mostra que um tRF específico pode causar a neurotoxicidade, sugerindo que o tRFS poderia participar nos efeitos prejudiciais relativos aos sRNAs nos pacientes afetados. Depois que este estudo, o objetivo principal é compreender a importância funcional de classes diferentes de sRNAs, com ênfase especial nos tRFs que são abundantes em cérebros humanos afetados.

“Compreender a dinâmica da expressão de classes tóxicas em regiões do cérebro e na evolução da doença é crucial ter um de vista completa de sua implicação no processo patológico”, destaca Eulàlia Martí.

Biomarkers potenciais

Além disso, estas moléculas poderiam transformar-se biomarkers potenciais da doença, desde que há uma evidência múltipla para mostrar que as mudanças na expressão de RNAs ocorrem antes da manifestação dos sintomas. Os autores dizem que “estas mudanças podem ser reflectidas nos biofluids tais como o plasma e este facto pode conceder a estes tipos um grande valor como biomarkers”.

Dure, estes resultados poderia ter implicações no tratamento de outras doenças. As “alterações na expressão dos sRNAs são detectadas cedo em muitas doenças neurodegenerative, e conseqüentemente, nós podemos encontrar que um campo mais largo do estudo para compreender o que classifica pode contribuir aos aspectos específicos relativos ao neurodegeneration e o neuroinflammation”, o pesquisador conclui.

Source:
Journal reference:

Creus-Muncunill, J., et al. (2021) Huntington’s disease brain-derived small RNAs recapitulate associated neuropathology in mice. Acta Neuropathologica. doi.org/10.1007/s00401-021-02272-9.