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A variação SARS-CoV-2 BRITÂNICA podia ser mais letal do que outro

Um estudo publicado recentemente no jornal British Medical Journal (BMJ) avaliou o risco da mortalidade de pacientes contaminados com a variação BRITÂNICA recentemente emersa (linhagem B.1.1.7) do coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2). Os resultados revelam aquele comparado às variações SARS-CoV-2 previamente de circulação, a variação BRITÂNICA aumentam significativamente o risco de mortalidade em uma população relativamente de baixo-risco da comunidade.

Fundo

Em outubro de 2020, uma variação nova de SARS-CoV-2 (linhagem B.1.1.7) foi identificada em Inglaterra do sudeste, que foi designada mais tarde como a variação do interesse (VOC-202012/1) pela saúde pública Inglaterra em dezembro de 2020. Ao fim de dezembro de 2020, tinha-se transformado a variação predominante no Reino Unido, esclarecendo quase 75% de todas as infecções SARS-CoV-2. Para controlar a transmissão viral, o governo BRITÂNICO executou diversas medidas de controle, incluindo limitações de curso internacional.        

A análise arranjando em seqüência genética da variação BRITÂNICA confirmou a presença de 14 mutações; de que, oito estam presente na proteína do ponto exigida para a entrada viral em pilhas de anfitrião.  De acordo com a literatura disponível, estas mutações causaram alterações estruturais na proteína do ponto, que por sua vez melhorou a afinidade obrigatória entre o vírus e a pilha de anfitrião. Esta pôde ser a razão para um transmissibility/infectividade significativamente mais altos da variação BRITÂNICA do que a tensão SARS-CoV-2 original.

No estudo, os cientistas compararam o risco da mortalidade de pacientes contaminados com a variação BRITÂNICA ou outras variações SARS-CoV-2 de circulação.

Projecto do estudo

O estudo envolveu quase 55.000 pares combinados de indivíduos que testaram o positivo para SARS-CoV-2 durante o teste ao nível da comunidade de casos sintomáticos. A coorte do estudo incluiu na maior parte uns pacientes COVID-19 mais novos com doença menos severa. Usando a aproximação da falha do alvo do gene de S, os cientistas categorizaram todos os resultados SARS-CoV-2 positivos como os resultados gene-positivos de S (que representam as infecções causadas por outras variações virais) e os resultados gene-negativos de S (que representam as infecções causadas pela variação BRITÂNICA). Em seguida, ligaram S gene-positivo e - resultados da análise negativos com os relatórios correspondentes da morte. O parâmetro que preliminar avaliaram era morte no prazo de 28 dias do primeiro diagnóstico positivo de COVID-19.  

Observações importantes

Os cientistas compararam um total de 54.906 indivíduos gene-positivos de S com os 54.906 indivíduos gene-negativos de S que foram combinados na idade, na afiliação étnica, no género, no lugar geográfico, e na tâmara da coleção da amostra do teste. Mais de 85% de todos os casos foram continuados por 28 dias. Especificamente analisando a morte correspondente relata, observaram que um total de 227 e 141 indivíduos do S gene-negativo e - a coorte positiva do estudo, respectivamente, morreu no prazo de 28 dias do primeiro diagnóstico COVID-19. Além disso, observaram que os pacientes que morreram eram na maior parte mais idosos e homens.

Calculando a relação do perigo na análise da sobrevivência, os cientistas observaram que o risco de morte estava em um 64% médio mais altamente entre os indivíduos contaminados com a variação BRITÂNICA do que aqueles contaminados com outras variações virais. Contudo, observaram que o risco absoluto de morte permaneceu baixo nesta população do estudo, aumentando de 2,5 a 4,1 mortes por 1000 casos.

Para uma avaliação óptima, os cientistas controlaram muitas polarizações potenciais no estudo. É que a taxa de mortalidade pode ser afectada por uma indução dentro - paciente conhecido à relação do pessoal dos cuidados médicos, que pode potencial resultar de um número crescente de pacientes crìtica doentes no hospital e de uma redução simultânea no pessoal dos cuidados médicos devido à infecção SARS-CoV-2 ou a isolamento infecção-relacionado. Para superar o impacto de tais eventos na taxa de mortalidade, combinaram os pacientes em uma maneira que assegurasse um nível similar de cuidado para ambos os grupos de estudo. Contudo, não podiam controlar uma polarização possível associada com o sincronismo do teste. É possível que uma grande porcentagem dos indivíduos assintomáticos contaminados com a variação BRITÂNICA permanece undiagnosed por um tempo mais longo. Estes povos são potencial em um risco mais alto de morte devido ao diagnóstico da doença em uma fase avançada. Contudo, há uma evidência que sugere que os indivíduos contaminados com a variação BRITÂNICA sejam mais prováveis estem presente testando.

Interessante, os cientistas observaram que a carga viral dos indivíduos contaminados com a variação BRITÂNICA era significativamente mais alta do que aquelas contaminadas com outras variações virais. Este efeito era mais proeminente naqueles que morreram. Os cientistas mencionam que este efeito poderia ser uma característica intrínseca das mutações actuais na variação BRITÂNICA.

Significado do estudo

O estudo revela que a variação BRITÂNICA recentemente emersa de SARS-CoV-2 poderia ser mais letal, além do que o aumento da infectividade. O estudo envolve na maior parte uns indivíduos mais novos com o COVID-19 menos severo. Os cientistas sugerem que a análise de risco da mortalidade igualmente seja conduzida em pacientes crìtica doentes do em-hospital COVID-19 mais exactamente à avaliação que o risco da mortalidade associou com a variação BRITÂNICA.

Journal reference:
Dr. Sanchari Sinha Dutta

Written by

Dr. Sanchari Sinha Dutta

Dr. Sanchari Sinha Dutta is a science communicator who believes in spreading the power of science in every corner of the world. She has a Bachelor of Science (B.Sc.) degree and a Master's of Science (M.Sc.) in biology and human physiology. Following her Master's degree, Sanchari went on to study a Ph.D. in human physiology. She has authored more than 10 original research articles, all of which have been published in world renowned international journals.

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