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Os pesquisadores examinam respostas antivirosas nas crianças contaminadas com o COVID-19 em Brasil sul

A pandemia da doença 2019 do coronavirus (COVID-19) é causada pelo micróbio patogénico novo do coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), um vírus do RNA do positivo-sentido do subgénero do betacoronavirus. Este é um vírus altamente contagioso com resultados severos da doença, infecção assintomática, suave ou severa da causa, que podem ser fatais em alguns casos críticos. Até agora, SARS-CoV-2 reivindicou mais de 3 milhão vidas no mundo inteiro. A evidência epidemiológica revelou que, geralmente, as crianças não estão contaminadas severamente por COVID-19. Uma porcentagem muito pequena das crianças com comorbidities é contaminada severamente.

Estudo: Respostas antivirosas fortes nos pacientes COVID-19 pediatras em Brasil sul. Crédito de imagem: L Julia/Shutterstock
Estudo: Respostas antivirosas fortes nos pacientes COVID-19 pediatras em Brasil sul. Crédito de imagem: L Julia/Shutterstock

Em Brasil, a população pediatra, que inclui crianças entre 0-19 anos de idade, representa mais de 25% da população do país. Neste grupo, interessante, somente 1,9% das crianças tinham contratado a doença nos doze meses passados, e a taxa de mortalidade foi gravada para ser 0,5%. A porcentagem das crianças severamente contaminadas e hospitalizadas devido à doença é 8,0%. Desse modo, comparado a todos os grupos de idade, os dados clínicos revelam que a severidade da doença COVID-19 nesta classe etária é significativamente menos, com um número menor de hospitalizações e de fatalidade.

Diversas hipóteses foram formuladas para explicar este fenômeno. Uma das hipóteses é que uma doença mais suave nas crianças é devido à expressão suprimida do receptor viral ACE2, que conduz à réplica viral mínima no anfitrião. Uma segunda teoria sugere uma resposta imune diferencial nas crianças, quando uma terceira possibilidade poderia ser a presença de anticorpos de neutralização de uma infecção precedente, causada na maior parte por coronaviruses sazonais. Estes anticorpos podiam jogar um papel importante na cruz-protecção contra a doença induzida SARS-CoV-2. Os cientistas que pertencem a esta escola de pensamento revelaram mais que porque as crianças são o reservatório principal para estes vírus sazonais, há uma possibilidade forte de cruz-protecção robusta. Contudo, a falta de bastante dados impede uma compreensão mais adicional do mecanismo diferencial por que SARS-CoV-2 contamina a população pediatra e adulta.

Diversos estudos foram conduzidos para caracterizar as respostas imunes de adultos contaminados COVID-19. Contudo, há uma diferença da pesquisa com respeito aos pacientes pediatras. Isto é principalmente devido à insuficiência dos dados que impedem uma compreensão clara das diferenças impressionantes entre a população pediatra e adulta que está sendo contaminada por COVID-19. Este assunto guardara a importância significativa porque é um factor de contribuição para projetar políticas de interesse público tais como a reabertura das escolas entre a pandemia. Os cientistas igualmente acreditam que isso que compreende o mecanismo devido a que as crianças não são contaminadas severamente pela doença poderia ajudar a formular caminhos terapêuticos novos para impedir COVID-19.

A pesquisa nova foi publicada sobre o server da pré-impressão do medRxiv*, que se centra sobre a caracterização de respostas imunes inatas e adaptáveis em pacientes adultos com graus diferentes de severidade e igualmente em pacientes pediatras com sintomas suaves de COVID-19. Neste estudo, os pesquisadores desenvolveram um perfil imune nas crianças para compreender a diferença na infecção COVID-19 nas crianças e nos adultos.

No estudo actual, as pilhas mononuclear do plasma e do sangue periférico (PBMCs) foram recolhidas de 92 pacientes, que incluíram 25 crianças, 34 adultos com doença suave (AMD), e de 33 adultos com doença severa (ASD). As amostras foram obtidas do hospital Moinhos de Vento e do hospital Restinga e Extremo Sul, Brasil do sul. O perfilamento imune detalhado foi conduzido para estas amostras através do cytometry de fluxo do multiparâmetro.

Os pesquisadores observaram que as crianças contaminadas com COVID-19 tiveram titers virais altos da carga com altas freqüências de pilhas dendrítico (DCs). Estas pilhas influenciam a resposta imune adaptável. As subpopulações de DCS, especialmente pDC, assistência na revelação de respostas antivirosas. Os pDCs são reconhecidos como uma das fontes principais de tipo mim interferona. Os estudos precedentes relataram uma diminuição na activação e no número de DCS em adultos contaminados COVID-19. A expressão de HLA-DR, uma característica da DCS madura, foi encontrada igualmente para ser proeminente. Contudo, uma redução em CX3CR1, um receptor do chemokine (igualmente conhecido como o receptor do fractalkine), foi observada. Mais, uma expressão reduzida de HLA-DR nas crianças foi correlacionada com a supressão imune e a ocorrência de circunstâncias inflamatórios agudas.

O estudo actual igualmente relatou que em pacientes pediatras, as pilhas de T e os anticorpos SARS-CoV-2 específicos estavam a níveis comparáveis aos adultos que são contaminados severamente ou suavemente com SARS-CoV-2. Um de mais alto nível de respostas de célula T de CD8+ TNFa+ contra Nucleocapsid (N) proteína e membrana (M) a proteína do vírus, isto é, mais do que para peptides do ponto, foi relatada. Contudo, este resultado não combina com o perfil imune de um adulto contaminado. Desse modo, o estudo actual sugeriu uma resposta imune diferencial nas crianças quando comparado aos adultos. A pesquisa actual igualmente destaca o papel de sistemas imunitários adaptáveis e inatos em crianças de protecção da doença COVID-19.

Uma das limitações do estudo actual é que é somente exploratória ou descritiva, porque compara a resposta imune através dos grupos de idade diferentes. Contudo, os autores do estudo sentem que é uma aproximação válida devido à falta da pesquisa detalhada nesta área.

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Priyom Bose

Written by

Dr. Priyom Bose

Priyom holds a Ph.D. in Plant Biology and Biotechnology from the University of Madras, India. She is an active researcher and an experienced science writer. Priyom has also co-authored several original research articles that have been published in reputed peer-reviewed journals. She is also an avid reader and an amateur photographer.

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