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Actividade diferencial da pilha de NK encontrada para contribuir à resistência da infecção SARS-CoV-2

A pandemia COVID-19 causada pelo coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) afectou milhões de povos no mundo inteiro e é a causa principal da mortalidade em Brasil em 2020 assim como cedo 2021. As manifestações clínicas da doença COVID-19 variam de nenhuns sintomas e suave gripe-como sintomas aos casos severos que conduzem à hospitalização e à morte.

Quase 30% dos indivíduos contaminados com SARS-CoV-2 são assintomáticos mas podem ainda transmitir a infecção. Isto pode ser explicado usando uma combinação de factores epigenéticos, genéticos, e ambientais tais como a exposição e a infecção precedente. A identificação de indivíduos assintomáticos é por mais desafiante que medir graus diferentes de exposição seja uma tarefa complexa. Contudo, estes indivíduos podem oferecer introspecções nos mecanismos da resistência SARS-CoV-2 e da infecção.

O complexo principal humano do histocompatibility (MHC) e o complexo do receptor da leucócito (LRC) são bons, candidatos naturais para estudar a resposta imune contra agentes infecciosos como SARS-CoV-2. O LRC codifica a leucócito Ig-como receptors (LILRs), leucócito-associados Ig-como os receptors (tocas), e os Ig-como-receptors da assassino-pilha (KIRs). O MHC tem muitos genes envolvidos na apresentação (HLA-DRB1), modulação imune (HLA-G, HLA-E, e processamento do antígeno (TAP1 e TAP2). Desde HLA e KIR os locus mostram o polimorfismo raramente alto e o paralogy extensivo, estes genes é negligenciado geralmente em estudos genoma-largos da associação (GWAS).

Baseado em observações recentes, a transmissão secundária de SARS-CoV-2 para fechar os contactos que compartilham de um agregado familiar era aproximadamente 53%. Avaliar sócios dos pacientes COVID-19 sintomáticos que compartilharam do o mesmo quarto sem nenhumas medidas de defesa tais como máscaras é uma aproximação eficiente para analisar os indivíduos infecção-resistentes que são expor altamente à mesma tensão de SARS-CoV-2.

Analisando pares brasileiros discordantes para estudar a variabilidade em genes de MHC e de LRC

Os pesquisadores de Brasil investigaram recentemente a variabilidade nos genes do MHC e do LRC, e o papel jogou por eles na infecção SARS-CoV-2 e na resistência. Analisaram uma coorte que compreende 86 pares brasileiros que eram discordantes para a infecção. Isto é, se foi contaminado quando seu sócio que compartilha do agregado familiar permaneceu assintomático e seronegative por até 6 meses mais tarde, apesar da exposição próxima durante o período da infecção. As idades e as proporções genéticas da ascendência dos sócios discordantes eram comparáveis. O estudo é publicado no medRxiv* do server da pré-impressão.

A fim estudar a associação das variações dentro das regiões de LRC e de MHC, os autores inteiros-exome arranjaram em seqüência os pares na coorte do estudo e aplicaram um encanamento da bioinformática para recuperar os genes altamente polimorfos e para analisá-los.

Os pesquisadores observaram um impacto menor nos genes de KIR e nos genes da antígeno-apresentação associados com a resistência. Os genes relativos à modulação imune envolvida na activação/inibição da matança da pilha de NK foram encontrados para ter as variações que podem contribuir à resistência da infecção. Supor que os indivíduos que produzem mais quantidades significativas de MICA, de LILRB1, de LILRB2, e de umas mais baixas quantidades de MICB, seriam uma infecção SARS-CoV-2 mais inclinada.

“Nós observamos pouco a nenhum impacto dos polimorfismo em genes da antígeno-apresentação e em genes de KIR na resistência ou a susceptibilidade à infecção.”

Baseado nas hipóteses dos resultados do estudo e dos autores', as diferenças quantitativas nestas moléculas relativas à actividade de NK podiam contribuir à resistência SARS-CoV-2 downregulating a actividade citotóxico da pilha de NK em indivíduos contaminados mas não em seus sócios resistentes.

“Nós não detectamos nenhuma associação relevante entre genes de KIR e infecção SARS-CoV-2 para o número de cópia, SNPs, e previmos seqüências da proteína.”

Para resumir, os autores executaram um estudo da região do candidato para comparar os polimorfismo nas regiões de LRC e de MHC nos indivíduos contaminados com o COVID-19 e os seus sócios que foram expor ao vírus mas foram assintomáticos e seronegative para COVID-19. Desde que todas as amostras neste estudo foram recolhidas ao princípio de 2020, todos os pares estudados foram expor provavelmente à mesma tensão viral.

Os resultados sugerem que os genes com um papel em respostas imunes inatas e adaptáveis possam fazer uma parte vital na resistência viral. Os ensaios funcionais podem fornecer uma maneira de testar esta hipótese da actividade diferencial da pilha de NK entre indivíduos contaminados SARS-CoV-2 e os resistentes, envolvendo MICB, MICA, e moléculas LAIR1/2.

“Nós supor que umas quantidades mais altas do produto inclinado dos indivíduos de MICA (possivelmente solúvel), de LILRB1, de LILRB2, e de baixas quantidades de MICB, seriam mais suscetíveis à infecção.”

Observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
  • “Immunogenetics of resistance to SARS-CoV-2 infection in discordant couples” Erick C. Castelli, Mateus V. de Castro, Michel S. Naslavsky, Marilia O. Scliar, Nayane S. B. Silva, Heloisa S. Andrade, Andreia S. Souza, Raphaela Neto Pereira, Camila F. B. Castro, Celso T. Mendes-Junior, Diogo Meyer, Kelly Nunes, Larissa R. B. Matos, Monize V. R. Silva, Jaqueline T. W. Wang, Joyce Esposito, Vivian R. Coria, Raul H. Bortolin, Mario H. Hirata, Jhosiene Y. Magawa, Edecio Cunha-Neto, Verônica Coelho, Keity S. Santos, Maria Lucia C. Marin, Jorge Kalil, Miguel Mitne Neto, Rui M. B. Maciel, Maria Rita Passos-Bueno, Mayana Zatz, medRxiv, 2021.04.21.21255872; doi: https://doi.org/10.1101/2021.04.21.21255872, https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.04.21.21255872v1
Susha Cheriyedath

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Susha Cheriyedath

Susha has a Bachelor of Science (B.Sc.) degree in Chemistry and Master of Science (M.Sc) degree in Biochemistry from the University of Calicut, India. She always had a keen interest in medical and health science. As part of her masters degree, she specialized in Biochemistry, with an emphasis on Microbiology, Physiology, Biotechnology, and Nutrition. In her spare time, she loves to cook up a storm in the kitchen with her super-messy baking experiments.

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