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A imunização da infância avalia em Texas diminuiu agudamente durante a pandemia COVID-19

Apesar das recomendações peritas que as crianças continuam a obter programou regularmente vacinas durante a pandemia, taxas da vacinação diminuíram em diversos estados.

Um estudo novo por pesquisadores da escola da universidade de Texas A&M da saúde pública e de diversas outras instituições de pesquisa olhou taxas da imunização da infância em Texas para considerar que efeito a pandemia COVID-19 pode ter tido em imunizações da infância em 2020.

No estudo, conduzido pelo estudante doutoral Tasmiah Nuzhath de saúde pública e publicado na vacina do jornal, os pesquisadores usaram dados de um registro nacional da imunização para determinar como as taxas da imunização mudaram durante um período de 10 anos para crianças em quatro marcos miliários da idade: um mês, cinco meses, 16 meses e 24 meses. Os dados igualmente analisados do condado-nível dos pesquisadores desde 2019 e 2020 para comparar lugar rurais e urbanos.

Para ver quanto efeito a pandemia teve em taxas da vacinação em Texas, a equipa de investigação analisou dados do registro da imunização ImmTrac2 desde maio de 2010 até maio de 2020. Os dados foram fornecidos pelo pessoal nos serviços sanitários do Departamento de Estado de Texas (DSHS) e em registros incluídos da imunização para mais de 300.000 crianças de Texas do nascimento a 24 meses.

Sua análise encontrou que a proporção de crianças que eram actuais em vacinas recomendadas nas quatro categorias da idade aumentou entre 2010 e 2019. Contudo, havia umas diminuições afiadas em uma vacinação entre 2019 e 2020 na maioria de categorias, que os autores atribuíram à pandemia COVID-19.

A diminuição nas vacinações que os pesquisadores encontrados eram similares àqueles encontrou em outros estados. As diminuições eram as grandes para os 5 grupos mês-velhos e 16 mês-velhos. Os grupos de idade consideraram diminuições de 47 por cento e de 58 por cento, respectivamente.

Sua análise de dados do condado-nível encontrou que 5 crianças mês-velhas em lugar rurais tiveram maiores diminuições em taxas da imunização do que aquelas que vivem em áreas urbanas. Igualmente encontraram que não havia nenhuma diminuição em vacinas da hepatite B no nascimento. Isto aponta às imunizações que ocorrem nas clínicas ou nos escritórios do doutor ao contrário dos hospitais que são as mais afectadas pela pandemia.

Os pesquisadores igualmente encontraram que a tomada da maioria de vacinas pareceu aumentar antes da pandemia entre maio de 2010 e maio de 2019, à excecpção da vacina do sarampo. A cobertura do MMR (sarampo, papeira e rubéola) tem diminuído em Texas desde 2015, e está actualmente abaixo do nível de uma cobertura de 95 por cento exigido para conseguir a imunidade do rebanho. O já de baixo nível da cobertura da vacinação do sarampo, agravado pela pandemia, aumenta o risco de uma manifestação do sarampo em Texas e poderia ter conseqüências substanciais da saúde pública.

Os resultados deste estudo são na linha daqueles que centram-se sobre outros estados, mas os pesquisadores notam que os resultados estão limitados por sua origem de dados. ImmTrac2 é optar-no registro, assim que significa que os dados não podem reflectir a população no conjunto.

Contudo, apesar desta limitação, os resultados apontam aos rompimentos possíveis em serviços assim como em disparidades da vacinação entre as comunidades rurais e urbanas. Estes resultados indicam que há uma necessidade para que uma melhor comunicação pública visado da saúde enderece riscos percebidos e para que a infra-estrutura melhorada da vacinação ajude barreiras superadas à vacinação em áreas rurais.

Source:
Journal reference:

Nuzhath, T., et al. (2021) Childhood immunization during the COVID-19 pandemic in Texas. Vaccine. doi.org/10.1016/j.vaccine.2021.04.050.