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As variações SARS-CoV-2 novas parcialmente resistentes à imunidade da infecção e vacina-induzida, estudo encontram

Um estudo recente conduzido por uma equipe dos cientistas nos Países Baixos e nos EUA revelou que quando os pacientes hospitalizados severamente afetados da doença 2019 do coronavirus (COVID-19) e os indivíduos vacinados forem capazes de neutralizar o B.1.1.7, B.1.351, e as variações P.1 do coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2), uma proporção significativa de pacientes não-hospitalizados com o COVID-19 menos severo permanece suscetível a estas variações virais.

Uma versão da pré-impressão do estudo está disponível no server do medRxiv*, quando o artigo se submeter à revisão paritária.

Fundo

Com 171,3 milhões confirmou os casos COVID-19 e 3,5 milhão mortes, a pandemia COVID-19 transformaram-se a pandemia a maior na história moderna. A emergência freqüente das variações SARS-CoV-2 novas está pondo continuamente a população global sob a ameaça grave. Devido à infectividade significativamente aumentada e à capacidade imune da evasão, a Organização Mundial de Saúde (WHO) designou algumas variações virais como as variações do interesse (VOCs).

Entre VOCs reconhecido, B.1.1.7, B.1.351, e P.1 foram identificados primeiramente no Reino Unido, na África do Sul, e no Brasil, respectivamente. Logo após sua emergência, estas variações começaram o espalhamento global, e os casos com estas variações foram detectados em 132, 82, e 52 países, respectivamente.

A mutação de N501Y no domínio receptor-obrigatório do ponto (RBD) é a característica comum em todos os três VOCs. Esta mutação é sabida para aumentar a afinidade de RBD para a enzima deconversão humana 2 (ACE2), explicando a infectividade aumentada dos estes VOCs. Além, a mutação de E484K encontrada nas variações B.1.351 e P.1 é sabida para facilitar o escape viral da neutralização anticorpo-negociada.

No estudo actual, os cientistas compararam as capacidades imunes do escape das variações B.1.1.7, B.1.351, e P.1. Especificamente, investigaram se este VOCs pode escapar a neutralização por anticorpos terapêuticos monoclonais e pelos anticorpos polyclonal derivados dos pacientes COVID-19 e dos indivíduos vacinados.

Projecto do estudo

Para o teste do anticorpo, as amostras do soro foram obtidas de 69 pacientes COVID-19 4 - 6 semanas após o início do sintoma. Um grupo adicional de amostras do soro foi recolhido de 50 trabalhadores vacinados dos cuidados médicos 4 semanas após a dosend de 2 vacinas. Os participantes receberam a vacina COVID-19 mRNA-baseada desenvolvida por Pfizer/BioNTech.

As proteínas do ponto do selvagem-tipo SARS-CoV-2 e três VOCs foram geradas e usadas para medir as respostas obrigatórias do anticorpo de amostras recolhidas do soro usando o microarray multiplex da proteína.

Para determinar a capacidade de neutralização dos soros, os pseudoviruses lentiviral-baseados do selvagem-tipo vírus e três VOCs foram utilizados.

Observações importantes

Os resultados do estudo revelaram aquele comparado ao tipo selvagem SARS-CoV-2, a capacidade obrigatória do ponto dos soros convalescentes reduzidos pela dobra 2,4, a dobra 3 dobre, e 4 para as variações B.1.1.7, B.1.351, e P.1, respectivamente. Além disso, uma diferença altamente significativa em níveis ponto-obrigatórios do anticorpo foi observada entre os pacientes COVID-19 hospitalizados severamente afetados e os pacientes COVID-19 não-hospitalizados suavemente afetados. Um nível comparável de anticorpo obrigatório foi observado em indivíduos vacinados e hospitalizou pacientes, que era 4 - 11 pacientes mais altamente do que não-hospitalizados das épocas. Todas estas observações eram consistentes para todo o VOCs testado.     

Em relação à neutralização do vírus, aproximadamente 96% de soros convalescentes e 100% de soros vacinados exibiu a capacidade de neutralização completa contra o selvagem-tipo vírus. Contudo, todos os soros testados mostraram uma redução significativa na potência da neutralização contra o VOCs. Especificamente, os pacientes não-hospitalizados, os pacientes hospitalizados, e os indivíduos vacinados mostraram a dobra 4, séptupla, e uma redução de 5 dobras em titers de neutralização contra a variação B.1.351, respectivamente.

A ligação de soros convalescentes e do vaccinee a VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1 crava proteínas. (a) Representação estrutural da proteína do ponto (s) com seus três domínios (domínio do N-terminal, NTD, na magenta; domínio receptor-obrigatório, no azul; Domínio S2 no verde). As mutações em cada um das proteínas do VOC S são listadas assim como seu lugar no trimer. As cores correspondem aos domínios da proteína de S em que a mutação ocorre. (b) titers (ED50) obrigatórios Metade-máximos dos soros convalescentes polyclonal (deixados, n = 57) e dos soros do vaccinee (direitos, n = 50) à proteína de S de VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1. Os pontos conectados indicam resultados do mesmo indivíduo. A interrupção mais baixa para ligar foi ajustada em um ED50 de 10 (protecção cinzenta). (c) Reduções médias da dobra de SEM do ± nos titers ED50 para pacientes convalescentes e receptores vacinais contra proteínas de S de VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1 em comparação com os titers ED50 à proteína do PESO S. (d) Titers ED50 dos pacientes COVID-19 não-hospitalizados, dos pacientes COVID-19 hospitalizados e de receptores vacinais contra a proteína do PESO S e de cada um da proteína do VOC S. ****, p < 0,0001; ***, p < 0,001; ns, nao significativo. Todos os pontos de dados mostrados aqui representam o meio de um triplicate técnico.
A ligação de soros convalescentes e do vaccinee a VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1 crava proteínas. (a) Representação estrutural da proteína do ponto (s) com seus três domínios (domínio do N-terminal, NTD, na magenta; domínio receptor-obrigatório (RBD), no azul; Domínio S2 no verde). As mutações em cada um das proteínas do VOC S são listadas assim como seu lugar no trimer. As cores correspondem aos domínios da proteína de S em que a mutação ocorre. (b) titers (ED50) obrigatórios Metade-máximos dos soros convalescentes polyclonal (deixados, n = 57) e dos soros do vaccinee (direitos, n = 50) à proteína de S de VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1. Os pontos conectados indicam resultados do mesmo indivíduo. A interrupção mais baixa para ligar foi ajustada em um ED50 de 10 (protecção cinzenta). (c) Reduções médias da dobra de SEM do ± nos titers ED50 para pacientes convalescentes e receptores vacinais contra proteínas de S de VOC B.1.1.7, B.1.351 e P.1 em comparação com os titers ED50 à proteína do PESO S. (d) Titers ED50 dos pacientes COVID-19 não-hospitalizados, dos pacientes COVID-19 hospitalizados e de receptores vacinais contra a proteína do PESO S e de cada um da proteína do VOC S. ****, p < 0,0001; ***, p < 0,001; ns, nao significativo. Todos os pontos de dados mostrados aqui representam o meio de um triplicate técnico.

Quando 100% de pacientes não-hospitalizados mostraram titers de neutralização contra a variação vírus e B.1.1.7 do selvagem-tipo, aproximadamente 39% e 34% deles não são neutralizados as variações B.1.351 e P.1, respectivamente. Ao contrário, todos os pacientes hospitalizados e indivíduos vacinados retiveram pelo menos alguma capacidade da neutralização contra o VOCs. Totais, estas observações indicam que um titer de neutralização alto contra o selvagem-tipo vírus é com carácter de previsão para a cruz-neutralização de VOCs.

Em relação aos anticorpos monoclonais, os anti-RBD e anti-NTD (anticorpos preclinically testados do domínio do N-terminal) mostrados significativamente reduziram-se ligar contra as variações B.1.351 e P.1 comparadas àquela contra o selvagem-tipo vírus. Contudo, os anti-RBD anticorpos alguns SARS-CoV monoclonais cruz-reactivos retiveram cinéticas obrigatórias similares a todo o VOCs testado. A análise mutational de VOCs revelou que a mutação de E484K, junto com outras mutações tais como K417N e K417T, teve o impacto o mais alto no emperramento de anti-RBD anticorpos monoclonais.    

Em relação à neutralização do vírus, somente 5 de 11 testaram a anti-RBD capacidade de neutralização retida dos anticorpos monoclonais contra as variações B.1.351 e P.1. Contudo, ambos os anti-NTD anticorpos não neutralizaram a variação B.1.351. Importante, o anticorpo SARS-CoV monoclonal cruz-reactivo reteve com sucesso sua capacidade para neutralizar todo o VOCs testado. Isto indica que este anticorpo visa um resumo altamente conservado que não seja impactado pelas mutações encontradas nos estes VOCs.

Significado do estudo

Os resultados do estudo revelam aquele apesar de ter um baixo obrigatório e os titers de neutralização, os pacientes hospitalizados com COVID-19 severo e os indivíduos vacinados são capazes de neutralizar as variações B.1.1.7, B.1.351, e P.1 de SARS-CoV-2. Contudo, os pacientes COVID-19 não-hospitalizados suavemente afetados não induzem suficientes titers de neutralização contra estes VOCs. Entre VOCs testado, a variação B.1.351 exibe a resistência a mais alta à neutralização anticorpo-negociada.

observação *Important

o medRxiv publica os relatórios científicos preliminares que par-não são revistos e, não devem conseqüentemente ser considerados como conclusivos, guia a prática clínica/comportamento saúde-relacionado, ou tratado como a informação estabelecida.

Journal reference:
Dr. Sanchari Sinha Dutta

Written by

Dr. Sanchari Sinha Dutta

Dr. Sanchari Sinha Dutta is a science communicator who believes in spreading the power of science in every corner of the world. She has a Bachelor of Science (B.Sc.) degree and a Master's of Science (M.Sc.) in biology and human physiology. Following her Master's degree, Sanchari went on to study a Ph.D. in human physiology. She has authored more than 10 original research articles, all of which have been published in world renowned international journals.

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