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Redução da violência do conflito das relações do estudo em Colômbia com melhores resultados da gravidez

Um estudo novo ligou um ceasefire de julho de 2015 da violência do conflito em Colômbia com os melhores resultados da gravidez para as mulheres que conceberam depois que o ceasefire começou. Giancarlo Buitrago de Universidad Nacional de Colômbia em Bogotá, Colômbia, e Rodrigo Moreno-Serra da universidade de York, Reino Unido, apresenta estes resultados na medicina do jornal PLOS do aberto-acesso.

A pesquisa precedente sugeriu a possibilidade essa as mulheres que vivem nas áreas com os resultados adversos da gravidez da experiência armada da violência. Contudo, os problemas metodológicos ou os dados impróprios impediram de investigações prévias nestas associações.

Para compreender melhor estas associações, Buitrago e Moreno-Serra examinaram dados do resultado da gravidez para as mulheres que conceberam antes e depois de que um ceasefire da violência do conflito foi declarado em Colômbia o 20 de julho de 2015. O ceasefire chamou para uma parada na violência pelo grupo de guerrilha FARC (armada Revolucionarias de Colômbia de Fuerzas), que foi seguido mais tarde por um acordo final da paz entre o governo e o FARC.

A análise incluiu dados para mais de 3 milhão mulheres que vivem através de Colômbia que estavam grávidas entre 2013 e 2017. Encontrou que as mulheres estiveram expor certamente a menos eventos do conflito, em média, depois que o ceasefire começou, e esta redução foi associada com os mais baixos riscos de crianças nascidas mortas e de mortalidade perinatal--morte da criança antes ou imediatamente depois do nascimento.

Nas áreas com maiores números de eventos FARC-relacionados da violência do conflito, as crianças nascidas mortas diminuíram por até 9,53 mortes por 1.000 gravidezes, e pela mortalidade perinatal diminuída por até 10,69 mortes por 1.000 gravidezes. Nenhuma associação estatìstica significativa foi encontrada entre aborto e reduziu a exposição à violência do conflito.

Estes resultados são na linha da outra evidência para os benefícios da exposição reduzida à violência do conflito na gravidez adiantada, e sugerem que o processo de paz em Colômbia esteja contribuindo à melhor saúde da população. Os autores notam que seus resultados igualmente destacam a necessidade para países com conflito armado longo de fazer esforços especiais para proteger mulheres gravidas.

Os autores adicionam: “Os resultados em nosso papel descobrem algumas conseqüências menos pesquisadas de conflitos armados para a saúde. Nós encontramos que, além das vítimas mortais trágicas entre conflitos armados, que em Colômbia são calculadas para ter alcançado sobre 200.000 mortes, a exposição à violência do conflito está ligada igualmente a uns resultados mais ruins da gravidez. As gravidezes das mulheres expor a uma violência mais intensa do conflito em Colômbia eram mais prováveis conduzir a uma criança nascida morta ou a uma morte perinatal, particularmente se as matrizes foram expor à violência durante as fases iniciais de gravidez. Este foi frequentemente um indocumentado, pena “invisível” da saúde associada com os conflitos prolongado. Quando nós ainda precisarmos uma pesquisa mais adicional de compreender inteiramente os caminhos biológicos os mais importantes que ligam a exposição da violência aos resultados da gravidez, nosso estudo tem implicações importantes para a política. Primeiramente, sugere que o de-agravamento na violência causada pelo processo de paz colombiano em curso esteja contribuindo à melhor saúde, e conseqüentemente a que o processo de paz no país deve ser protegido e reforçado. Em segundo, indica a importância alta de planejar as políticas sanitárias focalizadas que podem proteger mulheres gravidas nos contextos da violência prolongado, porque estas mulheres representam um grupo particularmente vulnerável naqueles ajustes.”

Source:
Journal reference:

Buitrago, G., et al. (2021) Conflict violence reduction and pregnancy outcomes: A regression discontinuity design in Colombia. PLOS Medicine. doi.org/10.1371/journal.pmed.1003684.