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O estudo investiga os obstáculos enfrentados por imigrantes indocumentados em serviços sanitários de acesso

Um estudo pelo UPV/EHU encontrou que os imigrantes indocumentados encontram as barreiras estruturais e individuais ligadas a sua vulnerabilidade social ao alcançar serviços de saúde públicas na comunidade autônoma Basque. Têm dificuldades em estar conformes as circunstâncias para alcançar os serviços e estão no maior risco de uma saúde mais deficiente. A fim trazer aproximadamente um sistema mais inclusivo da saúde, seu acesso legal aos cuidados médicos deve ser garantido, e o cuidado direito-baseado deve ser promovido entre trabalhadores do sector da saúde.

Os imigrantes enfrentam todos os tipos das barreiras ao tentar alcançar serviços sanitários nos países anfitrião. Entre outras coisas, os imigrantes indocumentados têm mais restringido condições para serviços de saúde públicas legalmente de acesso. As mulheres são igualmente mais prováveis procurar cuidados médicos e enfrentar os factores baseados no género que impedem seu acesso a eles.

Iratxe Pérez-Urdiales, conferente nos cuidados eu no UPV/EHU, investiguei os obstáculos encontrados por imigrantes indocumentados e por mulheres imigrantes em serviços de saúde públicas de acesso na comunidade autônoma Basque. O pesquisador indica aquele ao tentar alcançar serviços de saúde públicas, “imigrantes indocumentados e as mulheres imigrantes enfrentam dificuldades por razões diversas, como as características dos imigrantes elas mesmas (origem, língua, cultura…), a maneira as funções de sistema da saúde (burocracia), exigências legais (documentadas ou indocumentados) ou a vista estereotipada e deficiente guardarada pela sociedade e pelo pessoal do centro de saúde em relação aos imigrantes (o comportamento daqueles que lhes atendem no centro de saúde é muito importante)”.

Para alcançar estas conclusões, os dados analisados pesquisador que vão para trás diversos anos da clínica livre são executado pelo NGO Médecins du Monde Euskadi, que trata os imigrantes que terminam acima fora do sistema da saúde pública, e avaliaram as experiências e as percepções dos imigrantes e dos profissionais de saúde que trabalham nestas clínicas livres.

Dois decretos que entraram condições mais restritas impor da força em 2012 no direito de imigrantes indocumentados de alcançar estandardizaram cuidados médicos. A este respeito, Pérez-Urdiales analisou os dados desta clínica livre antes e depois que ano, e concluído que “nenhuma relação clara estêve encontrada entre a aplicação de umas circunstâncias legais mais restritivas para alcançar serviços de saúde públicas e a tendência dos imigrantes ir a um centro de saúde livre”.

Cuidados médicos para a população inteira

A pesquisa revela aquela no caso dos imigrantes documentados, homens e obstáculos similares da face das mulheres, exceto no caso de vítimas das mulheres da violência baseada no género: “Nós vimos que as mulheres são essas que recorrem ao sistema da saúde mais. Mas apesar de seu estado administrativo, as mulheres que sofrem a violência baseada no género encontram muito difícil alcançar serviços ou evitam atender a centros de saúde. Além disso, os imigrantes indocumentados “estão receosos ir aos centros de saúde pública e para decidir ir livrar as clínicas, onde são fornecidas com os cuidados médicos básicos”, disse.

Pérez-Urdiales explicou que os serviços sanitários livres, além do que o fornecimento de cuidados médicos aos imigrantes, jogam um papel crucial em defender seu direito à saúde, e “o resultado desta pesquisa fornece razões científicas irrefutáveis defender o acesso aos serviços sanitários para imigrantes”. O estudo conclui que, além do que a garantia dos direitos legais aos cuidados médicos para estes povos, o cuidado cultural apropriado é necessário. Com tal fim, é essencial ter mediadores culturais, reforçar os valores da não-discriminação e criar umas fontes de informação mais acessíveis e mais multilingues para imigrantes.

Nossa sociedade considera cuidados médicos como um privilégio, mas é uns direitos fundamentais por si mesmo. Uma nova perspectiva tem que ser promovida na sociedade e entre trabalhadores do sector da saúde.”

Iratxe Pérez-Urdiales, conferente nos cuidados mim, UPV/EHU

Source:
Journal reference:

Pérez-Urdiales, I., (2021) A Liquid Biopsy Assay for Noninvasive Identification of Lymph Node Metastases in T1 Colorectal Cance Undocumented immigrants’ and immigrant women’s access to healthcare services in the Basque Country (Spain)r. Global Health Action. doi.org/10.1080/16549716.2021.1896659.