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O estudo desembaraça o mecanismo novo para o reparo do músculo após dano fisiológico

O músculo é sabido para regenerar com um processo complexo que envolva diversas etapas e confie em células estaminais. Agora, um estudo novo conduzido por pesquisadores na universidade de Pompeu Fabra (UPF, Espanha) /Centro Nacional de Investigationes Cardiovasculares (CNIC, Espanha) /CIBERNED (Espanha) e Lobo Antunes de Instituto de Medicina Molecular João (IMM, Portugal), publicado o 15 de outubro na ciência do jornal, descreve um mecanismo novo para o reparo do músculo após dano fisiológico que confia no rearranjo de núcleos da fibra de músculo, e independentemente das células estaminais do músculo. Este mecanismo protector pavimenta a maneira a uma compreensão mais larga do reparo do músculo na fisiologia e na doença.

O tecido do músculo esqueletal, o órgão responsável para a locomoção, é formado pelas pilhas (fibras) que têm mais de um núcleo, uma característica quase original em nosso corpo. Apesar da plasticidade destas fibras, sua contracção pode ser associada com dano do músculo.

Mesmo em circunstâncias fisiológicos, a regeneração é vital para que o músculo resista o esforço mecânico da contracção, que conduz frequentemente a dano celular”. Embora a regeneração do músculo fosse detalhada investigado nas últimas décadas, a maioria de estudos centraram-se nos mecanismos que envolvem diversas pilhas, incluindo as células estaminais de músculo, que são exigidas quando dano extensivo do músculo ocorre”.

Autor de William romano, do estudo primeiros e pesquisador, universidade de Pompeu Fabra

“Neste estudo nós encontramos um mecanismo alternativo do reparo do tecido do músculo que é músculo-fibra autônoma”, dizemos Pura Muñoz-Cánoves, professor de ICREA e investigador principal em UPF e o CNIC, e líder do estudo. Pesquisadores (incluindo Antonio Serrano (UPF) e Mari Carmen que Gómez-Cabrera (universidade de Valência e de INCLIVA) usou diferente modela in vitro de ferimento e de modelos do exercício nos ratos e nos seres humanos para observar que em cima de ferimento, os núcleos estão atraídos ao local de dano, acelerando o reparo das unidades contrácteis.

Em seguida, a equipe dissecou o mecanismo molecular desta observação: “Nossas experiências com pilhas de músculo no laboratório mostraram que o movimento dos núcleos aos locais de ferimento conduziu à entrega local de moléculas do mRNA. Estas moléculas do mRNA estão traduzidas em proteínas no local de ferimento para actuar enquanto os blocos de apartamentos para o reparo do músculo”, explicam William romano. “Este processo do auto-reparo da fibra de músculo ocorre ràpida nos ratos e nos seres humanos após ferimento exercício-induzido do músculo, e representa assim um tempo e o mecanismo protector energia-eficiente para o reparo de lesões menores”, adiciona Pura Muñoz-Cánoves.

Além do que suas implicações para a pesquisa do músculo, este estudo igualmente introduz uns conceitos mais gerais para a biologia celular, tal como o movimento dos núcleos aos locais de ferimento. “Uma das coisas as mais fascinantes sobre estas pilhas é o movimento durante a revelação de seus núcleos, os organelles os mais grandes dentro da pilha, mas as razões pelas quais o movimento dos núcleos é pela maior parte desconhecido. Agora, nós mostramos uma importância funcional para este fenômeno na idade adulta durante o reparo e a regeneração da pilha”, dizemos Edgar R. Gomes, líder do grupo no Instituto de Medicina Molecular e um professor na faculdade de medicina na universidade de Lisboa, que co-conduziu o estudo.

Na importância destas descobertas, Pura Muñoz-Cánoves, Antonio Serrano, e Mari Carmen Gómez-Cabrera concordam aquele: “Isto que encontra constitui um avanço importante na compreensão da biologia do músculo, na fisiologia (que incluem a fisiologia de exercício) e na deficiência orgânica do músculo”.

Source:
Journal reference:

Roman, W., et al. (2021) Muscle repair after physiological damage relies on nuclear migration for cellular reconstruction. Science. doi.org/10.1126/science.abe5620.