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A vacina de AstraZeneca ChAdOx1 nCoV-19 não afecta a fertilidade e os resultados da taxa de natalidade, estudo dizem

Dentro de algumas comunidades, a tomada vacinal da doença 2019 do coronavirus (COVID-19) foi afetado devido aos medos de seu impacto na fertilidade. Esta reivindicação foi difundida apesar da falta da evidência apoiar a, a baixa plausibilidade biológica, e os dados que apoiam a segurança de vacinas do ácido ribonucléico do mensageiro (mRNA) durante a gravidez.

Notàvel, a infecção do coronavirus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) durante a gravidez é um factor de risco para a doença e complicações maternas severas. Conseqüentemente, a hesitação vacinal entre grávido ou mulheres da idade de gravidez podia ter conseqüências significativas da saúde pública.

Estudo: Resultados da taxa da fertilidade e da natalidade após a vacinação de ChAdOx1 n-CoV-19 (AZD1222). Crédito de imagem: Estúdio romântico/Shutterstock.com

Sobre o estudo

Os pesquisadores da universidade de Oxford têm analisado recentemente as gravidezes que ocorreram durante quatro ensaios clínicos de ChAdOx1 nCoV-19 de três países diferentes que incluem o Reino Unido, o Brasil, e a África do Sul. Todos os participantes eram da idade da gravidez, que é definida como 49 anos ou mais novo, e foram seleccionados aleatòria para receber um controle vacinal ou a vacina de ChAdOx1 nCoV-19.

Dentro destas experimentações, o critério principal da exclusão era gravidez; conseqüentemente, todos os voluntários forneceram um teste coriónico β-humano negativo da gonadotropina (β-hCG) antes da vacinação. As gravidezes que ocorreram vacinação de seguimento foram gravadas e monitoraram até três meses que seguem o nascimento. A placa de monitoração independente dos dados e da segurança reviu todos os resultados da gravidez.

Resultados do estudo

As gravidezes foram relatadas em 121 (1%) dos 9.755 participantes durante estas experimentações. Mulheres gravidas incluídas ajustadas da análise do resultado da fertilidade as 93, de que 50 tinham recebido a vacina de ChAdOx1 nCoV-19 e 43 receberam a vacina do controle.

Mulheres incluídas ajustadas da análise do resultado da gravidez as 107, de que 72 receberam a vacina de ChAdOx1 nCoV-19 e 35 receberam a vacina do controle. Uma perda da gravidez antes de 23 semanas da gestação foi classificada como um aborto. As características da linha de base eram similares entre os dois grupos, com a idade e o uso actual do álcool que são as variações as mais grandes.

Os autores não encontraram nenhuma evidência de uma associação entre a vacinação com ChAdOx1 nCoV-19 e reduziram a fertilidade. Mulheres nos grupos vacinais do controle que tinham recebido o ChAdOx1 nCoV-19 ou uma outra vacina do mRNA como parte de um programa de vacinação nacional foi excluída da análise dos resultados da gravidez, que incluíram 11 mulheres vacinadas após desmascarar e durante a gravidez, e três quem tinha recebido uma vacina do mRNA antes de se tornar grávido.

Notàvel, não havia nenhum aumento na taxa de aborto no grupo de ChAdOx1 nCoV-19 quando comparado ao grupo de controle, com uma relação do risco de 0,67. Ajustar a análise para o efeito de aspectos obscuros possíveis manteve a relação do risco abaixo mas mais perto da unidade em 0,84. Antes a análise, 15 nascimentos e três nascimentos prematuros tinham ocorrido no grupo de ChAdOx1 nCoV-19. Havia não neonatal ou umas crianças nascidas mortas relatado em um ou outro grupo.

Os dados de Brasil mostraram que nenhuma terminação da gravidez tinha ocorrido. Contudo, em Brasil, a terminação da gravidez é ilegal, e a incerteza permanece sobre se todos os relatórios de perdas adiantadas da gravidez eram realmente devido ao aborto. Para fatorar este na análise, os autores combinaram a análise ou da terminação ou o aborto para todos os locais, com análises separadas do subgrupo para o aborto apenas e a terminação apenas, que exclui os dados obteve de Brasil.

Implicações

Não havia nenhuma evidência para sugerir que a vacina de ChAdOx1 nCoV-19 tivesse todo o efeito negativo na fertilidade. Além disso, mulheres que receberam a vacina de ChAdOx1 nCoV-19 antes que a gravidez não indicasse nenhum aumento no risco de aborto e em nenhuns exemplos da criança nascida morta quando comparado às mulheres que receberam a vacina do controle.

Com a quantidade crescente de informação errónea em relação às vacinações SARS-CoV-2, a tomada vacinal continua a ser afectada. Contudo, os resultados tais como estes e outras publicações similares podem fornecer a evidência às mulheres do apoio em fazer decisões em relação à vacinação.

Journal reference:
Colin Lightfoot

Written by

Colin Lightfoot

Colin graduated from the University of Chester with a B.Sc. in Biomedical Science in 2020. Since completing his undergraduate degree, he worked for NHS England as an Associate Practitioner, responsible for testing inpatients for COVID-19 on admission.

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