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O estudo examina a relação entre trabalhos domésticos e a saúde funcional entre uns adultos mais velhos

Os trabalhos domésticos são ligados a uma memória mais afiada, a uma capacidade de concentração, e à melhor força do pé, e pela extensão, maior protecção contra quedas, em uns adultos mais velhos, encontram a pesquisa publicada no jornal BMJ do acesso aberto aberta.

Os resultados eram independente de outras actividades físicas regulares recreacionais e do local de trabalho, e comutação activa.

A actividade física regular é boa para manter a saúde física e mental óptima. E entre uns adultos mais velhos, limita os riscos de circunstâncias, de quedas, de imobilidade, de dependência e de morte a longo prazo.

Contudo os dados de monitoração globais indicam que em 2016, a actividade física era bem níveis semanais abaixo recomendados e tinha movido pouco em uma década, com os povos em países do salário alto mais de duas vezes tão provavelmente para ser viciados em televisão quanto aqueles em países dos rendimentos reduzidos.

Dado que os trabalhos domésticos envolvem a actividade física e são um indicador da capacidade para viver independente, os pesquisadores quiseram explorar se fazer as tarefas de agregado familiar pôde contribuir ao envelhecimento saudável e impulsionar a capacidade física e mental entre uns adultos mais velhos em um país rico.

Incluíram 489 adultos aleatòria selecionados, envelhecidos entre 21 e 90, com mais pouca de 5 circunstâncias subjacentes e nenhumas edições cognitivas. Todos eram vivos independente em uma grande cidade residencial em Singapura, e capaz de realizar a rotina encarrega-se diariamente.

Os participantes foram divididos em duas faixas da idade: os 21-64 anos de idade (249; idade média 44), classificada como “mais nova”; e os 65-90 anos de idade (240; idade média 75), classificada como “mais velha.”

A velocidade de passeio (do porte) e a velocidade do sentar-à-suporte de uma cadeira (indicativa da força do pé e do risco das quedas) foram usadas para avaliar a capacidade física. Os testes validados foram usados para avaliar a agilidade mental (memória curto e atrasada, capacidade visuospatial, língua e capacidade de concentração) e os factores fisiológicos ligaram às quedas.

Os participantes foram interrogados sobre a intensidade e a freqüência de tarefas que de agregado familiar fizeram regularmente, assim como quanto outros tipos de actividade física eles contrataram dentro.

Os trabalhos domésticos claros incluíram o lavagem acima, espanando, fazendo a base, pendurando para fora a lavagem, passar, ordenar, e cozinhar. Os trabalhos domésticos pesados foram definidos como a limpeza de indicador, mudando a base, limpando, lavando o assoalho, e actividades tais como a pintura/a decoração.

A intensidade dos trabalhos domésticos foi medida no equivalente metabólico da tarefa (Mets). Estes são aproximadamente equivalentes à quantidade de energia (calorias) gastada pela acta da actividade física. Os trabalhos domésticos claros foram atribuídos ENCONTRADO de 2,5; os trabalhos domésticos pesados foram atribuídos ENCONTRADO de 4.

Somente em torno de um terço (36%; 90) daqueles no grupo mais novo e somente em torno da metade (48%; 116) daqueles na classe etária mais velha, encontrado a quota de actividade física recomendada da actividade física recreacional apenas.

Mas quase dois terços (61%, 152 mais novos; e 66%, 159 mais velhos) encontrado este alvo exclusivamente com os trabalhos domésticos.

Após o ajuste para outros tipos de actividade física regular, os resultados mostraram que os trabalhos domésticos estiveram associados com as capacidades mentais mais afiadas e a melhor capacidade física. Mas somente entre a classe etária mais velha.

As contagens cognitivas eram 8% e 5% mais altos, respectivamente, naqueles que fazem volumes altos de trabalhos domésticos claros ou pesados comparados com os aqueles nos grupos de baixo volume.

E a intensidade dos trabalhos domésticos foi associada com os domínios cognitivos específicos. Especificamente, os trabalhos domésticos pesados estiveram associados com uma contagem 14% mais alta da atenção quando os trabalhos domésticos claros estiveram associados com o 12% e uma memória curto de 8% e atrasada mais alta marca, respectivamente.

Similarmente, o tempo do sentar-à-suporte e o balanço/contagens da coordenação eram 8% e 23% mais rápidos, respectivamente, no grupo do volume alto do que estava no grupo de baixo volume.

Aqueles na classe etária mais nova tiveram cinco mais anos de educação em média do que suas contrapartes mais velhas. E desde que o nível da educação é associado positivamente com a agilidade mental da linha de base e a diminuição cognitiva mais lenta, isto pôde explicar as diferenças observadas no impacto dos trabalhos domésticos entre os dois grupos de idade, explica os pesquisadores.

Este é um estudo observacional, e como tal, não pode estabelecer a causa, advertem, adicionando que o estudo confiou no relatório subjetivo de níveis de actividade física e o volume e a intensidade de tarefas de agregado familiar.

Mas apontam à pesquisa precedente que indica uma relação entre o exercício aeróbio e a função cognitiva melhorada, assim que a agilidade mental mais afiada associada com os trabalhos domésticos pôde ocorrer através dos mecanismos similares, sugerem.

E concluem: “Estes resultados sugerem colectivamente que as funções cognitivas, físicas e sensorimotor mais altas relativas às actividades pesadas dos trabalhos domésticos possam plausìvel ser associadas com o mais baixo risco fisiológico da queda entre uns adultos mais velhos da comunidade-moradia.”

Adicionam: “Incorporar [actividade física] no estilo de vida diário com os deveres domésticos (IE, trabalhos domésticos) tem o potencial conseguir mais altamente especialmente [actividade física], que é associado positivamente com a saúde funcional, entre uns adultos mais velhos da comunidade-moradia.”

Source:
Journal reference:

Lee, S.Y., et al. (2021) Cross-sectional associations of housework with cognitive, physical and sensorimotor functions in younger and older community-dwelling adults: the Yishun Study. BMJ Open. doi.org/10.1136/bmjopen-2021-052557.